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Primeiro dia de greve encerra repartições de Finanças

A greve convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos encerrou a maioria das repartições de finanças e alfândegas do país. Paralisação prolonga-se até ao fim do ano.
Foto de Paulete Matos.

"Em geral, desde Viana de Castelo até ao Algarve, o reporte que temos é que a esmagadora maioria dos serviços estão encerrados e os que estão abertos têm pouco pessoal", afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), Paulo Ralha, à Lusa.

Falando de uma adesão “bastante elevada” ao primeiro dia de paralisação, Paulo Ralha afirmou que o protesto contra o atraso da negociação das carreiras está a corresponder às suas expectativas.

"Os serviços que não estão encerrados estão com menos trabalhadores”, referiu o sindicalista, acrescentando que também foram afetadas atividades como o desalfandegamento de mercadorias e o reembolso do IVA fora do espaço 'Schengen' ('tax free'), por "não haver pessoal para fazer esse reembolso".

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