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Preços dos alimentos frescos sobem 8.4% em tempo de pandemia

Ainda que a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor tenha sido nula em abril de 2020, tal como aconteceu em março, o INE destaca o aumento da taxa de variação homóloga dos produtos alimentares não transformados para 8,4%.
Foto de Paulete Matos.
Foto de Paulete Matos.

De acordo com o relatório do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgado esta quinta-feira, em abril, o indicador de inflação subjacente, que exclui produtos alimentares não transformados e energéticos, terá registado uma variação negativa de 0,1%.

Em tempo de crise pandémica, o INE sinaliza, no entanto, a subida da taxa de variação homóloga dos produtos alimentares não transformados de 8,4%, face ao aumento de 2,9% registado em março.

Por outro lado, dá conta da descida, de 9,1%, dos preços dos produtos energéticos. Em março, o recuo tinha sido de 3,7%. Esta queda deve-se, essencialmente, à descida dos preços dos combustíveis, face à queda abrupta do petróleo.

Entre abril e março deste ano, o índice de preços no consumidor aumentou 0,6%. O INE aponta para uma variação média nos últimos doze meses de 0,2%. Os dados definitivos respeitantes ao Índice de Preços no Consumidor do mês de abril serão divulgados a 13 de maio.

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