A Confidencial Imobiliário apurou que, no primeiro trimestre de 2018, as rendas subiram 3,6%, em termos trimestrais, crescimento que abrandou para 2,4% no segundo trimestre e 1,3% no terceiro trimestre desse ano. Os dados referem-se à evolução das rendas de habitação dos novos contratos de habitação.
Assim, verifica-se uma “inversão da tendência de suavização do crescimento” das rendas das casas, com o aumento de 3.9% no último trimestre do ano.
“Em termos homólogos, verificou-se também uma aceleração da subida das rendas no último trimestre de 2018, embora de forma menos vincada do que a registada na evolução em cadeia”, avançou ainda a Confidencial Imobiliário, revelando ainda, com base nos dados do Índice de Rendas Residenciais, que “A variação homóloga do quarto trimestre é a segunda mais elevada dos últimos oito anos (este índice reporta a uma série iniciada em 2010), sendo apenas superada pela já referida subida do primeiro trimestre de 2018”.
A Confidencial Imobiliário divulgou ainda que “desde que as rendas atingiram o seu mínimo, em início de 2014, já recuperaram 34%”. Contudo, tendo em conta todo o ciclo desde 2010, o nível de crescimento é mais contido, já que é a subida acumulada das rendas de 16% em oito anos aquilo que reflete a absorção de um período de perda que durou cerca de quatro anos, redundando numa descida acumulada de 13%.