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Pelo menos 22 pessoas morreram no atentado em Manchester

22 pessoas morreram e 59 ficaram feridas, pelo menos, no atentado em Manchester, durante o concerto de Ariana Grande. Daesh reivindicou autoria. Notícia em atualização
Robô de destruição de bomba do Royal Logistic Corps (RLC) é descarregado junto ao Manchester Arena. Atentado no concerto de Ariana Grande em Manchester provocou, pelo menos, 22 mortos – Foto de Nigel Roddis/Epa/Lusa
Robô de destruição de bomba do Royal Logistic Corps (RLC) é descarregado junto ao Manchester Arena. Atentado no concerto de Ariana Grande em Manchester provocou, pelo menos, 22 mortos – Foto de Nigel Roddis/Epa/Lusa

O Daesh (Estado Islâmico) reivindicou autoria do ataque de Manchester (de "um dos seus soldados do califado"), numa mensagem no Telegram e em comunicado da sua agência, Al Amaq.

Durante a manhã desta terça-feira, foi detido pela polícia britânica um homem de 23 anos, suspeito de ter ligações ao atentado.

 

A explosão no concerto de Ariana Grande pode ter sido provocada por um bombista suicida. A polícia está a investigar a explosão como um atentado terrorista.

A autoria do atentado ainda não foi reivindicada, embora sites ligados ao Daesh (Estado Islâmico) se congratulem com o ato.

A confirmar-se a hipótese de se tratar de ataque de um bombista suicida, o autor poderá ter agido sozinho e ter morrido no ataque.

A explosão deu-se cerca das 22.45 horas, quando estariam a assistir ao concerto cerca de 21 mil pessoas.

Ariana Grande referiu no twitter que se encontra “destroçada”.

A campanha eleitoral para as eleições de 8 de junho, que decorre neste momento no Reino Unido, foi suspensa.

Notícia em atualização

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