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OE 2017: O que é possível fazer e mudar

O Bloco organiza uma conferência este sábado, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, para recolher propostas concretas de pessoas com experiência e conhecimentos em diversas áreas e fazer propostas no âmbito da discussão em torno do Orçamento do Estado para 2017.

Em declarações ao jornal Público, Mariana Mortágua afirmou que “o Bloco tem absoluta noção das limitações deste governo ao nível do investimento público, dos constrangimentos europeus e orçamentais.”

“Temos uma estratégia que difere em muitos destes aspectos do governo do PS, nomeadamente na defesa da reestruturação da dívida”, afirma a deputada bloquista.

“Procurámos ter painéis abrangentes, com perspetivas técnicas sobre os temas em análise, referiu a parlamentar, tendo sublinhado que se pretende “discutir os condicionalismos desta governação, quais são os limites deste governo com as regras orçamentais existentes.” “Queremos reflectir sobre estas questões, quais os limites e o que seria necessário fazer para ultrapassar esses limites”, refere a parlamentar acrescentando ainda que se pretende refletir “dentro deste espaço orçamental, desta maioria”, “o que é possível fazer” e “o que é possível mudar”.

Traçar um diagnóstico”

“Por outras palavras: traçar um diagnóstico e procurar soluções”, sublinhou.

Subordinada ao tema "Que Orçamento para Portugal?", a conferência terá sete painéis, alusivos à dívida, Segurança Social, Saúde, Política de Investimento, Trabalho, Educação e Investigação e Política Fiscal. Entre os participantes contam-se, entre outros, Eugénia Pires e João Galamba (Dívida), Eugénio Rosa, Pedro Adão e Silva (Segurança Social), Ana Jorge e João Semedo (Saúde), Carlos Matias Ramos e Manuel Collares Pereira (Políticas de Investimento) António Chora e Tiago Gillot (Trabalho), Ana Benavente e Cristina Roldão (Educação e Investigação) e Carlos Pimenta e Paulo Ralha (Política Fiscal).

O painel de abertura conta com as intervenções de Mariana Mortágua, Francisco Louçã, João Ferreira do Amaral e Nicolau Santos e o encerramento será feito pela coordenadora do Bloco, Catarina Martins.

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