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“Neste estabelecimento não servimos violadores”. Movimento #StopManada em Espanha

Em Espanha, grupos feministas protestam contra a reintegração na sociedade dos membros da Manada.
Há estabelecimentos a aderir ao movimento, e nas suas montras encontram-se slogans como “Neste estabelecimento, não servimos violadores. #Stopmanada” e “Este é um espaço seguro para as mulheres”.
Há estabelecimentos a aderir ao movimento, e nas suas montras encontram-se slogans como “Neste estabelecimento, não servimos violadores. #Stopmanada” e “Este é um espaço seguro para as mulheres”.

Através das redes sociais, grupos feministas de Sevilha iniciaram uma campanha que tenciona contrariar a reintegração dos cinco homens que violaram uma jovem de 18 anos durante as festas de San Fermín, em Pamplona.

O grupo em questão não foi condenado por violação, mas por agressão sexual, crime ao qual está associada uma pena menor. Os cinco elementos foram libertados sob o pagamento de uma finança de seis mil euros e regressaram a Sevilha, aguardando o desfecho judicial, já que estão em prisão preventiva. Na cidade, aguardava-os um movimento de boicote.

Centenas já se haviam manifestado na quinta-feira. Este sábado, começaram a surgir cartazes na rua em que se apela a que os estabelecimentos não permitam a entrar ao grupo de homens.

Assim, foram criados e distribuídos cartazes por várias lojas, com a mensagem: “Senhor/ Senhora comerciante: As mulheres não consomem em estabelecimentos onde os infratores são atendidos. Convidamos-vos a participar da nossa ação, colocando um aviso na entrada.”

Há estabelecimentos a aderir ao movimento, e nas suas montras encontram-se slogans como “Neste estabelecimento, não servimos violadores. #Stopmanada” e “Este é um espaço seguro para as mulheres”. Frequentemente, aparecem ainda fotografias dos cincos homens, cuja perda de anonimato foi usada como justificação para a sua liberdade.

 

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