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Museu do Azulejo: Exposição sobre o contributo das artistas na cerâmica 

“Territórios desconhecidos: a criatividade das mulheres na cerâmica moderna e contemporânea portuguesa (1950-2020)” é o título da exposição que inaugura em dezembro, no Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa. Maria Keil, Vieira da Silva, Graça Morais ou Fernanda Fragateiro são algumas das artistas presentes. 
"A Sombra" de Fernanda Fragateiro. Fotografia: Museu Nacional do Azulejo

A obra desenvolvida por mulheres “encontra-se na sombra de mestres e companheiros masculinos que com elas colaboraram ou é, simplesmente, relegada para plano secundário” refere a nota de imprensa relativa a esta exposição, acrescentando que “mesmo atualmente, ainda que numa escala menor, assiste-se a uma valorização de projetos concebidos por artistas masculinos, não obstante a crescente influência e reconhecimento dos trabalhos efetuados por mulheres”.

Esta exposição pretende contribuir para alterar esta situação, “dando visibilidade e protagonismo a uma herança desvalorizada e esquecida, mas que se sabe ser importante, de qualidade e insuspeitamente vasta”, refere o Museu Nacional do Azulejo na nota de imprensa.  

“Territórios desconhecidos: a criatividade das mulheres na cerâmica moderna e contemporânea portuguesa (1950-2020)” irá reunir peças do Museu Nacional do Azulejo bem como de coleções públicas e privadas, desde azulejos a peças tridimensionais, concebidas e/ou executadas por mulheres que se destacaram neste domínio desde o pós-guerra à atualidade.

Nesta exposição estarão patentes trabalhos de Clotilde Fava, Maria Ana Vasco Costa, Rita João, Teresa Cortez, Felipa Almeida, Cândida Wiggan, Fernanda Fragateiro, Bela Silva, Sónia Sapinho, Ânia Gabriel Abrantes, Graça Morais, Rita Almada Negreiros e Catarina Almada Negreiros, entre outras artistas que trabalham a azulejaria e a cerâmica.

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