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Mensagem do primeiro-ministro é sinal de “novo ciclo que se abre no país”

O deputado bloquista Pedro Soares destacou que esse novo ciclo no país terá de ser, já em 2016, um ciclo de recuperação da economia, dos rendimentos das famílias e dos direitos dos trabalhadores. Os bloquistas esperam ainda que “este novo ciclo consiga traçar uma nova perspetiva de regulação e de supervisão do sistema financeiro”.
Foto de Paulete Matos.

“Este é o primeiro Natal dos últimos anos em que, na sua intervenção, o primeiro-ministro [António Costa] refere a Constituição da República Portuguesa e coloca o próximo ano não como um ano de austeridade, de empobrecimento, de degradação dos serviços públicos, mas um ano de recuperação da economia, de luta pela igualdade e pelos direitos, e isso parece-nos muito positivo e assinalamo-lo como sendo, de facto, um novo ciclo que se abre no país”, afirmou Pedro Soares, em declarações à agência Lusa.

O deputado bloquista salientou ainda que “esse novo ciclo terá de ser no próximo ano, já, um ciclo de recuperação de rendimentos para as famílias, um ciclo em que os direitos dos trabalhadores sejam recuperados também e em que haja igualmente a capacidade de relançar a economia: uma economia capaz de ter um saldo positivo na criação de emprego”.

Segundo Pedro Soares, é também fundamental que “este novo ciclo consiga traçar uma nova perspetiva de regulação e de supervisão do sistema financeiro, que precisa de estabilidade, precisa de cumprir o seu objetivo, que é o de financiar o desenvolvimento da economia”.

O dirigente do Bloco considera que, para tal, “é necessário que haja maior capacidade de controlo público sobre o sistema financeiro, como os recentes acontecimentos demonstraram”, sublinhando que “o Bloco de Esquerda está disponível para trabalhar nesse sentido” e “para que o novo ciclo consiga concretizar todas as expectativas dos portugueses para o país”.

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