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Marcha lenta em protesto contra degradação do IC2

O movimento Marcha Lenta do IC2 está esta sexta-feira em protesto devido ao estado de degradação desta via. Segundo os manifestantes morrem oito pessoas por ano e todas as semanas há acidentes na estrada.
Marcha lenta no IC2 convocada pelo Movimento Marcha Lenta do IC2, que critica a perigosidade do troço e exige obras no IC2 entre a Benedita e Aveiras, Benedita, Alcobaça, 06 março 2020. CARLOS BARROSO / LUSA
Marcha lenta no IC2 convocada pelo Movimento Marcha Lenta do IC2, que critica a perigosidade do troço e exige obras no IC2 entre a Benedita e Aveiras, Benedita, Alcobaça, 06 março 2020. CARLOS BARROSO / LUSA

O protesto está marcado para percorrer o caminho entre Benedita e Aveiras, acabando na rotunda de acesso à A1. Esta sexta-feira, utilizadores do IC2 irão voltar a percorrer em marcha lenta este trajeto. Contestam o estado da infraestrutura que está degrada e é perigosa, dizem.

O Movimento Marcha Lenta do IC2 já tinha feito, em julho, um protesto semelhante. O porta-voz do movimento, José Belo, considera que o percurso “são 20 quilómetros de uma autêntica armadilha”. Adianta que há oito mortes por ano nesta via, que todas as semanas há acidentes e todos os dias há carros danificados devido ao estado da estrada. Por isso, garante. “esta estrada é uma ameaça” e as pessoas estão “revoltadas”.

A revolta é também contra os sucessivos anúncios de que haverá obras que vão sendo adiados. Desde outubro de 2015 que a Infraestruturas de Portugal deliberou o lançamento de um “procedimento pré-contratual” no valor de 7,5 milhões de euros. O lançamento do concurso voltou a ser anunciado para 2018, dizendo-se que estaria finalizado em 2019. No dia 19 de fevereiro voltou a ser anunciada uma primeira parte da obra entre o nó da Asseiceira e a zona urbana de Freires. Segundo a IP, enquanto a obra principal não avança têm existido obras de conservação pontuais.

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