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Manifestação em defesa da escola pública a 18 de junho

Com o apoio da Fenprof, a manifestação foi convocada para Lisboa pelo movimento em defesa da escola pública.
Aluno numa escola pública em Coimbra, foto de Paulo Novais/Lusa.

O movimento em defesa da escola pública marcou uma manifestação a 18 de junho a partir das 14h30 no Parque Eduardo VII, em Lisboa. O comunicado divulgado pela Federação Nacional de Professores (Fenprof)  anuncia ainda recolhas públicas de assinaturas da petição pela “escola pública de qualidade e democrática”.

A petição (que pode ser assinada aqui) já conta com mais de 30 mil assinaturas e as recolhas serão a 1 de junho, a partir das 17h30 na Feira do Livro e a 3 de junho, a partir das 16h30 no Largo de Camões, ambos em Lisboa.

“Num momento tão importante como o que vivemos na Educação, torna-se ainda mais importante afirmar a Escola Pública e, simultaneamente, rejeitar a ideia de que público e privado poderão ser uma e a mesma coisa. No respeito por todas as respostas educativas, públicas e privadas têm natureza diferente e como tal deverão ser respeitadas. Quanto a financiamento, ao Estado compete garantir o que seja adequado à Escola Pública, contratualizando com privados apenas nos casos em que há insuficiência de resposta pública”, pode ler-se no comunicado.

O comunicado afirma ainda que “apesar das limitações impostas por motivos de vária ordem, no essencial, a Escola Pública tem cumprido a sua missão reconhecendo-se nela uma resposta de qualidade e para todos, fruto do esforço dos seus profissionais, de pais e encarregados de educação, de autarcas e de todos os que acreditam ser a Escola Pública motor de progresso e de construção de um futuro mais democrático e solidário”.

Entre os subscritores iniciais da petição estão, entre outros, Arménio Carlos (da CGTP), Sérgio Godinho (músico), Heloísa Apolónia (d’Os Verdes), António Capelo (ator), Joana Mortágua (do Bloco), Fausto Bordalo Dias (músico), Mário Nogueira (da Fenprof), Manuel Loff (Historiador e professor universitário), Miguel Tiago (do PCP) e Pedro Abrunhosa (músico).

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