O financiamento resulta do acordo feito em 2017 entre o Ministério da Educação e as referidas escolas. Para além destas, outras 120 escolas privadas contarão com financiamento, mas por via de fundos comunitários.
Deste conjunto, a escola que contará com uma maior financiamento é a Gustave Eiffel, com sede na Amadora, que receberá 5,4 milhões de euros.
A atribuição de verbas depende de fatores como a qualificação dos recursos humanos, a qualidade das instalações e “a adequação da oferta formativa proposta, em função das necessidades do tecido socioeconómico, a nível regional e nacional”.
No ano letivo de 2016/2017, o último com dados publicados, estavam inscritos 114.669 alunos, no público e no privado, o que corresponde a 42% do total de alunos do ensino secundário. Entretanto, o governo estipulou como objetivo o aumento deste número: ter pelo menos 50% até 2020.