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Maioria conservadora do Supremo Tribunal impõe decreto anti-muçulmano de Trump

A mais alta instância judicial dos EUA ratificou esta terça-feira o decreto anti-imigração de Donald Trump, que proíbe a entrada de nacionais do Iémen, Síria, Líbia, Irão, Somália e Coreia do Norte.
A versão mais recente do decreto de Trump fecha as fronteiras norte-americanas a cerca de 150 milhões de pessoas, oriundas do Iémen, Síria, Líbia, Irão, Somália e Coreia do Norte.

A maioria republicana no Supremo Tribunal dos EUA impôs-se esta terça-feira, ratificando o decreto presidencial, que proíbe, de modo permanente, a entrada em território norte-americano, de cidadãos de seis países maioritariamente muçulmanos.

Segundo a agência Lusa, a decisão do Supremo Tribunal, tomada com o voto de cinco juízes contra quatro foi redigida pelo próprio presidente do tribunal, John Roberts. Nela é considerado que Donald Trump usou de “forma legítima as suas prerrogativas em matéria de imigração”.

O texto em causa é a terceira versão de um decreto que causou indignação global, quando foi aplicada de forma abrupta pela Casa Branca em 27 de janeiro de 2017, uma semana depois da posse do atual presidente dos EUA.

Esta mais recente versão fecha as fronteiras norte-americanas a cerca de 150 milhões de pessoas, oriundas do Iémen, Síria, Líbia, Irão, Somália e Coreia do Norte.

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