You are here

Madrid intensifica a guerra informática contra a Catalunha

Uma dezena de agentes da Guardia Civil entrou há quatro horas no Centro de Telecomunicações e Tecnologia da Informação (CTTI) para bloquear e suspender os serviços informáticos «suscetíveis de serem utilizados» para o referendo de 1 de outubro, confirma a Europa Press. 

Uma dezena de agentes da Guardia Civil entrou há quatro horas no Centro de Telecomunicações e Tecnologia da Informação (CTTI) para bloquear e suspender os serviços informáticos «suscetíveis de serem utilizados» para o referendo de 1 de outubro, confirma a Europa Press. 

A ordem foi data pelo Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, dependente de Madrid, e tem por objetivo bloquear o acesso às bases de dados que a Generalitat da Catalunha iria usar para o processo eleitoral. 

Este passo é mais uma escalada na guerra informática que Madrid tem levado a cabo contra o governo catalão, depois de bloquear sem sucesso o site da ANC bem como cerca de 200 sites «espelho» que diversos ativistas catalães foram criando para contornar os bloqueios informáticos de Madrid. 

Neste momento existem 40 pessoas em diversos pontos de Espanha sob investigação e sujeitas a prisão, por terem criado páginas alternativas de informação com os locais de voto para o referendo, no que está a ser entendido como uma brutal campanha de repressão digital. 

Artigos relacionados: 

Termos relacionados Catalunha, Internacional
(...)