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Israel ataca barco de mulheres Rumo a Gaza

As forças armadas israelitas assaltaram o barco Zaytouna-Oliva, que pretendia romper o bloqueio à faixa de Gaza, e obrigaram-no a seguir para o porto de Ashdod, no norte de Gaza, onde as ativistas ficarão detidas.
Os militares israelitas tomaram o controle do barco e levaram-no para o porto de Ashdod, no norte de Gaza, onde as ativistas serão detidas
Os militares israelitas tomaram o controle do barco e levaram-no para o porto de Ashdod, no norte de Gaza, onde as ativistas serão detidas

O barco foi assaltado em águas internacionais pelas forças armadas de Israel.

O site palestinalibre.org denuncia que às 16.15 (hora de Espanha) “a armada israelita voltou a atuar com total impunidade e contra a legalidade internacional assaltando um barco civil que navegava rumo a Gaza em águas internacionais do Mar Mediterrâneo”.

Segundo Middle East Monitor, as forças armadas de Israel abordaram o barco e exigiram à comandante, a coronel Ann Wright da armada norte-americana, que voltasse para trás ou as 13 ativistas que estão no barco seriam presas.

Os militares israelitas tomaram o controle do barco e levaram-no para o porto de Ashdod, no norte de Gaza, onde as ativistas serão detidas.

Centenas de pessoas permaneceram durante várias horas no Porto de Gaza esperando a chegada do barco Mulheres Rumo a Gaza e agradecer a luta das ativistas que lutam contra o bloqueio de Israel a Gaza.

Esta iniciativa da frota Rumo a Gaza é a primeira de mulheres Esta iniciativa da frota Rumo a Gaza é a primeira de mulheres

Esta iniciativa da frota Rumo a Gaza é a primeira de mulheres

Esta iniciativa da frota Rumo a Gaza é a primeira de mulheres e conseguiu chegar mais próximo do que a do ano passado, quando o barco Marianne foi intercetado a 140 milhas da costa.

A resposta mais violenta de Israel contra esta campanha deu-se em 31 de maio de 2010, quando militares israelitas assaltaram o barco Mavi Marmara e mataram nove pessoas.

Para esta quarta-feira, 5 de outubro, foram convocadas 20 concentrações em Espanha para:

- Pedir que o governo espanhol condene o ato de Israel e para pedir proteção consular para a espanhola Sandra Barrilaro, que se encontra a bordo do Zaytouna-Oliva.

- Exigir a libertação imediata das mulheres e a devolução do barco.

- Apelar a que sejam pedidas responsabilidades políticas e legais às autoridades israelitas por parte do governo de Espanha.

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