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Hospital da Madeira será cofinanciado pelo Governo da República

Negociações entre o Bloco e o executivo de António Costa permitiram o estabelecimento de um acordo para o financiamento de 50 por cento do novo hospital da Madeira.
Roberto Almada salienta o empenho dos dirigentes nacionais para o financiamento do hospital. Foto de Paulete Matos.
Roberto Almada salienta o empenho dos dirigentes nacionais para o financiamento do hospital. Foto de Paulete Matos.

De acordo com um comunicado divulgado pelo coordenador do Bloco Madeira, Roberto Almada, que sempre afirmou estar a "trabalhar numa proposta" sobre o hospital da Madeira, as negociações ocorridas nos últimos dias "(re)colocaram este financiamento como um prioridade".

“A intervenção do Bloco na negociação foi, na verdade, o factor que permitiu que o Executivo do PS aceitasse aprovar a proposta bloquista”, refere Roberto Almada.

Essa proposta, aceite pelo primeiro-ministro, António Costa, levará a que o Governo da República disponibilize uma verba para cobrir 50 da despesa relativa à obra de construção do hospital central da Madeira, de acordo com a a decisão referente ao concurso público que vier a ser lançado para a construção da unidade hospitalar.

'Fat-tax' e incêndios de verão

De acordo com o Bloco Madeira, ficou acordado com o Governo da República, e consta da mesma proposta entregue no Parlamento nacional, que será definido em 2017, conjuntamente pelo Governo da República e pelo Governo Regional da Madeira, o modelo de financiamento para a construção do novo hospital central da Madeira, tendo em vista a rápida execução da obra.

Os bloquistas e o Governo acordam ainda que o imposto sobre bebidas açucaradas - conhecida como ‘fat-tax’ - constituem uma receita daquela Região Autónoma e por essa razão será canalizado para o Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira.

O governo da República comprometeu-se ainda com a correcção do valor das verbas para socorrer as vítimas dos incêndios do Verão passado.

O comunicado do Bloco Madeira realça “as importantes conquistas para a Região”, sublinhando que estas foram possíveis devido a uma "intensa negociação" entre o grupo parlamentar na Assembleia da Madeira e o grupo parlamentar na Assembleia da República, por um lado, e  acima de tudo com as negociações diretas com o Governo da República onde estiveram envolvidos o líder parlamentar na Assembleia da República, Pedro Filipe Soares e a coordenadora Nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins.

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