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Henrique Leal é candidato do Bloco à Câmara Municipal do Entroncamento

Henrique Leal será acompanhado por Carlos Matias, candidato a Assembleia Municipal, Manuel Borrego, candidato à junta de freguesia de São João Batista, e Maria do Céu Carvalho à junta de freguesia de Nossa Senhora de Fátima.
Henrique Leal, candidato do Bloco à Câmara Municipal do Entroncamento.
Henrique Leal, candidato do Bloco à Câmara Municipal do Entroncamento.

Henrique Leal apresentou este sábado a candidatura do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal do Entroncamento, numa iniciativa no Estúdio 121 que contou com a presença de Catarina Martins.

Henrique Leal será acompanhado por Carlos Matias, candidato a Assembleia Municipal, Manuel Borrego, candidato à junta de freguesia de São João Batista, e Maria do Céu Carvalho à junta de freguesia de Nossa Senhora de Fátima.

Declarando que o “voto útil é o que vem da convicção”, Henrique Leal denunciou o “falso rotativismo” do PS e do PSD que levou a que “a cidade se descaraterizasse e tivesse vindo a perder gás, a perder a vida que chegou a ter em décadas passadas”. O programa eleitoral avançado na tarde de sábado abrange desde uma nova esquadra para a PSP à revitalização do tecido empresarial, passando pelo Orçamento Participativo, o passe social entre Lisboa e o Entroncamento, a requalificação do Bairro Frederico Ulrich ou a criação da Casa da Juventude.

Manuel Borrego e Maria do Céu Carvalho salientaram a necessidade de mudar a cidade do Entroncamento. Carlos Matias destacou a exclusão do resto da vereação das tomadas de decisão do atual executivo de Jorge Faria, a falta de respeito pelos trabalhadores da autarquia e a necessidade da Assembleia Municipal deixar de ser “uma simples câmara de eco”.

Ao mediotejo.net, o vereador do Bloco de Esquerda reiterou a “frustração” sentida nos últimos anos em que “foi prometido muito e feito muito pouco”, acrescentando que a justificação do atraso dos fundos comunitários não é aceitável porque “isso era mais do que previsível” e que a inclusão do “epílogo” com “projetos para este ano” no relatório de atividades e de contas de 2016 “é a confissão de que não fez nada ou que fez pouco”.

A prioridade é a passagem pedonal superior na estação ferroviária que, nas palavras de Henrique Leal, merece “uma solução viável e de conforto mínimo para quem a utiliza” e colmate “as condições degradantes”. Outros projetos destacados são a nova biblioteca que, diz, “chegou a ter um projeto aprovado daqui a pouco há vinte anos” e a necessidade de existir “uma sala de espetáculos condigna com a cidade que somos” pelo que “o cineteatro [Cine-Teatro S. João] tem que avançar já”.
 

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