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Guardas-florestais realizam nova greve de 24 horas

Os guardas-florestais do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA/GNR) estão em greve nesta quarta-feira para reivindicar tabela remuneratória específica para a carreira e suplementos remuneratórios.
Manifestação dos guardas-florestais - Foto da CGTP
Manifestação dos guardas-florestais - Foto da CGTP

A greve de 24 horas coincide com o Dia Nacional do Guarda Florestal e é convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS).

Em declarações à Lusa, a dirigente sindical Elisabete Gonçalves afirma que a paralisação foi marcada “como forma de luta pela ausência de resposta do Ministério da Administração Interna (MAI)”. A federação sindical reuniu com o ministro da Administração Interna (MAI) na semana passada, mas a única resposta que obteve foi a convocação de nova reunião dentro de três semanas.

As principais reivindicações dos guardas-florestais são: aprovação da tabela remuneratória específica para a carreira; atribuição dos suplementos remuneratórios de função e de escala de serviço; definição da autonomia operacional do corpo de guardas-florestais do SEPNA/GNR e melhoria das condições de trabalho, em relação a uniformes e viaturas.

A Lusa lembra que os guardas-florestais foram transferidos para o SEPNA da GNR em 2006, tendo sido integrados no quadro de pessoal civil da GNR para o reforço da capacidade de vigilância e fiscalização. Atualmente, a GNR conta com cerca de 500 guardas-florestais ao serviço, que têm como missão fiscalizar e investigar os ilícitos nos domínios florestal, caça e pesca. Os guardas-florestais estão integrados no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR).

Os guarda-florestais realizaram uma greve e concentração há cerca de um ano (em 28 de maio de 2021) e outra em janeiro passado, pelas mesmas reivindicações que os levam a paralisar nesta quarta-feira.

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