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Greve no Hospital Amadora-Sintra tem adesão superior a 95%

Trabalhadores exigem o pagamento do salário mínimo da função pública de 635 euros, pois o hospital Fernando Fonseca é o único que não cumpre o acordo coletivo de trabalho. Esta luta junta-se à greve dos anesistas que está com adesão de 100%.
Trabalhadores exigem o pagamento do salário mínimo da função pública (635 euros), pois o hospital Amadora-Sintra é o único que não cumpre o acordo coletivo de trabalho – Foto CGTP
Trabalhadores exigem o pagamento do salário mínimo da função pública (635 euros), pois o hospital Amadora-Sintra é o único que não cumpre o acordo coletivo de trabalho – Foto CGTP

No hospital Amadora-Sintra os anestesistas fazem greve de cinco dias e no primeiro dia de greve, a passada segunda-feira, a paralisação foi cumprida a 100%.

Esta quarta-feira, 22 de maio, os trabalhadores do Fernando Fonseca estão em greve e concentraram-se em frente ao hospital às 12 horas. A paralisação tem uma adesão superior a 95%, segundo o STFPSSRA - Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.

As trabalhadoras e os trabalhadores em luta reivindicam o salário mínimo da Função Publica, 635 euros, uma vez que o hospital Amadora-Sintra está a pagar apenas 600 euros. Segundo o sindicato, este hospital é o único que não cumpre o acordo coletivo de trabalho para os hospitais, quase um ano depois da sua entrada em vigor.

Sebastião Santana, dirigente da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, disse à agência Lusa que o hospital está a funcionar com serviços mínimos, as consultas externas estão encerradas e no bloco operatório só estão a ser atendidas as situações urgentes e emergentes.

O sindicato denuncia também que no Amadora-Sintra os ritmos trabalho são muitos intensos, “muito superiores ao desejável”, devido à falta de pessoal.

Pode ver reportagem da greve na RTP Notícias:

 

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