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Greve na Secil do Outão com 100% de adesão

A paralisação de três dias por aumentos salariais e pela reposição de direitos inscritos no acordo de empresa arrancou esta terça-feira.
Greve na Secil do Outão. Foto CGTP.

Os primeiros turno de produção da cimenteira do Outão contou com 100% de adesão à greve na madrugada e manhã desta terça-feira. A paralisação está "a correr como os trabalhadores tinham decidido", afirmou à Lusa Pedro Jorge do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Construção.

A luta dos trabalhadores da Secil pelo aumento de 40 euros no salário mensal e pelo cumprimento dos direitos inscritos no acordo de empresa não obteve resposta da empresa, que não aceita negociar o caderno reivindicativo apresentado. Os trabalhadores não tiveram aumentos salariais nos últimos sete anos. Esta paralisação decorre até ao dia 1 de junho.

A Secil é detida pela Semapa, propriedade da família Queiroz Pereira, que este ano irá arrecadar 135 milhões em dividendos pela participação acionista wnesta e noutras empresas.

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