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Greve na refinaria de Sines arranca com 80% de adesão

Os trabalhadores das empresas do consórcio de manutenção da refinaria iniciaram dois dias de greve por melhores salários e o fim da precariedade.
Piquete de greve na refinaria de Sines. Foto FECTRANS.

Os dois dias de greve tiveram início às 10h desta quinta-feira e abrangem os trabalhadores ao serviço das empresas EFATM, ATM, AC Services, CMN, Efacec, Nice Job e Metalcas.

As reivindicações passam pelo aumento dos salários e a atualização do subsídio de refeição, mas também pelo fim da precariedade a que estão sujeitos na refinaria.

Um dos membros do piquete de greve falou à TVI e denunciou a situação dos trabalhadores “que exercem a sua atividade laboral diariamente há 20 e 30 anos” e continuam em situação precária. “É preciso clarificar as coisas e dizer que estes trabalhadores são efetivos e não pertencem a nenhuma empresa de trabalho temporário”, acrescentou.

“Temos reunido com a empresa, mas chegámos a um impasse. A empresa deu aumentos a alguns trabalhadores e os restantes estão insatisfeitos com essa situação”, prosseguiu o representante dos trabalhadores.

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