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Greve dos trabalhadores das cantinas com adesão de 80%

Trabalhadores reivindicam aumentos salariais e a negociação do contrato coletivo. Paralisação contou com concentrações de protesto junto de várias instalações da AHRESP. O deputado José Soeiro esteve com os trabalhadores em luta, no Porto. 
Greve dos trabalhadores das cantinas com adesão de 80%. Fotografia: Manuel Almeida/LUSA

Os trabalhadores e as trabalhadoras das cantinas, refeitórios, fábricas de refeições e bares concessionados estão esta segunda-feira em greve, reivindicando aumentos salariais e a negociação do contrato coletivo. A FESAHT acusa a associação patronal, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) de “arrastar o processo negocial há muitos anos” e de manter uma política de baixos salários. 

Em declarações à Agência Lusa, Maria das Dores Gomes, da FESAHT, afirmou que “a adesão é de cerca de 80% em termos nacionais”, acrescentando que houve “centenas de escolas sem refeitório”, tendo-se registado também constrangimentos nos serviços dos centros de emprego da região centro. 

O deputado do Bloco de Esquerda José Soeiro esteve na concentração do Porto, em solidaridade com a aluta destes trabalhadores. 

 

Além desta greve nacional, decorreram também concentrações de protesto junto da sede e das várias delegações da AHRESP, em Lisboa, Porto, Coimbra e Albufeira.

Notícia atualizada a 18 de maio, às 10h40. 

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