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Gangue ataca refugiados no centro de Estocolmo

Esta sexta feira, perto de cem homens mascarados, que se presume estarem ligados a grupos neonazis, reuniram-se em Towe Hagg “com o propósito de atacar crianças refugiadas", informou o porta-voz da polícia de Estocolmo.

Vestidos de preto e mascarados, os membros do gangue atacaram pessoas com “aparência estrangeira”, segundo testemunhas citadas pelo diário Aftonbladet.

O grupo distribuiu ainda panfletos nos quais afirma ser seu dever proteger as ruas suecas e dar às crianças de origem norte-africana que “deambulam” pela cidade “a punição que merecem”, já que “a polícia já mostrou amplamente que não tem capacidade de reprimi-las”.

As autoridades suecas, que suspeitam que os agressores fazem parte de claques de futebol, já confirmaram a detenção de duas pessoas: uma delas por agredir um polícia à paisana e outra por transportar consigo uma soqueira.

Na página de internet Nordfront, conotada com o movimento neonazi SMR, foi publicado um texto no qual se afirma que na sexta feira “uma centena de ‘hooligans'”, pertencente aos clubes de futebol AIK e Djurgarden, se preparava para “fazer o trabalho doméstico entre os imigrantes do Norte de África”.

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