Segundo a Lusa, a operação foi realizada nos dias 13 de 14 de fevereiro, pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) e pela Unidade de Ação Fiscal da Guarda Nacional Republicana (GNR), tendo nela participado 365 militares.
Em nota de imprensa, a GNR assinala que o objetivo da ação de fiscalização foi prevenir e reprimir infrações às leis que regulam esta atividade, nomeadamente em relação a licenciamento de infraestruturas, correta utilização dos recursos naturais e do domínio hídrico, assim como do cumprimento da gestão de resíduos resultantes da exploração.
Das 74 infrações detetadas, 34 foram a falta de sinalização da exploração da pedreira, oito por falta dos documentos necessários para o transporte de inertes e sete por falta de licença para a exploração.
A fiscalização detetou um caso em que faltavam as medidas obrigatórias a garantia de segurança dos trabalhadores. Noutro caso, havia incumprimento do plano de gestão de resíduos e noutro queima de resíduos a céu aberto.
Foram também detetadas duas infrações por utilização de recursos hídricos sem a autorização necessária; duas por lançar, ou de qualquer forma introduzir, substâncias potencialmente poluentes em terrenos englobados nos recursos hídricos; uma por despejo de águas degradadas na água ou no solo, sem garantir depuração.