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Fábrica de perguntas: Ciência, democracia & desenvolvimento

“Investiga-se porque não se sabe. Se não sabe, porque é que pergunta?”, questiona João Lavinha, investigador na área de biologia molecular humana, na introdução ao painel que irá apresentar no Fórum Socialismo 2016, no sábado 27 de agosto, às 10.30h.
“Investiga-se porque não se sabe. Se não sabe, porque é que pergunta?”, questiona João Lavinha
“Investiga-se porque não se sabe. Se não sabe, porque é que pergunta?”, questiona João Lavinha

Partindo destas posições conhecidas acerca da prática científica, um prático da ciência (balançando sempre entre a curiosidade e a relevância) propõe um percurso ilustrativo das potencialidades e limites da produção de conhecimento cientificamente validado e das premissas e instrumentos de uma política pública de ciência, tecnologia e inovação, habilitadora de um processo equilibrado e equitativo de desenvolvimento económico, social, cultural e ambiental e da participação emancipadora (porque informada) dos cidadãos nas tomadas de decisão.

Trinta anos depois das marcantes Jornadas Nacionais de Investigação Científica e Tecnológica (Lisboa, 1987), é oportuno tomar o pulso ao chamado Sistema Científico e Tecnológico Nacional português, diagnosticar-lhe as forças e fraquezas e propor medidas de política que lhe permitam não só acolher e valorizar os recursos humanos entretanto capacitados para a investigação e inovação e renovar as instituições públicas e o tecido produtivo, mas também contribuir para remover os grandes obstáculos ao desenvolvimento do nosso País, no quadro de uma globalização baseada no conhecimento e guiada por valores de cooperação, solidariedade, paz e responsabilidade ambiental.

Texto de João Lavinha

Mais informação sobre o Fórum Socialismo 2016

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Termos relacionados Ciência, Fórum Socialismo 2016, Sociedade
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