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Colonialismo em Português

Como é que em Portugal se tem lidado com o passado colonial? Esta questão tem estado crescentemente na ordem do dia. Mais de 40 anos volvidos sobre o fim político do colonialismo, com as independências africanas e a queda da ditadura do Estado Novo, o tema tem vindo a surgir de múltiplas formas. Por Miguel Cardina e Bruno Sena Martins
Miguel Cardina e Bruno Sena Martins marcarão presença no Fórum Socialismo 2018, que se realiza no primeiro fim de semana de setembro na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria. Conduzirão um debate sobre colonialismo português.
Miguel Cardina e Bruno Sena Martins marcarão presença no Fórum Socialismo 2018, que se realiza no primeiro fim de semana de setembro na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria. Conduzirão um debate sobre colonialismo português.

Uma crescente produção historiográfica tem reavaliado os diferentes ciclos do Império e refletido criticamente sobre as dinâmicas políticas, sociais e económicas que os foram determinando. A par disso, setores da academia, da política, das artes ou do associativismo anti-racista ou afrodescedente reivindicam a necessidade de se pensar o modo como, em Portugal, permanecem leituras sobre esse passado – e representações desse passado no presente – que tendem a secundarizar a violência colonial.

Que continuidades e descontinuidades existem entre aquele passado e a sociedade portuguesa de hoje? É necessário descolonizar essas imagens do passado? E como fazê-lo? Os debates sobre a guerra colonial, sobre monumentos evocativos do colonialismo ou a recente polémica sobre um eventual Museu da Descoberta trouxeram de novo a questão para o espaço público. Importa por isso discuti-la.

Miguel Cardina e Bruno Sena Martins marcarão presença no Fórum Socialismo 2018, que se realiza no primeiro fim de semana de setembro na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria. Conduzirá um debate sobre colonialismo português.

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