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Catarina Martins critica “normas absurdas de consolidação orçamental”

“Para ir mais longe é preciso ter a coragem de dizer que o fato dos constrangimentos europeus, cortado, escolhido e vestido por PS, PSD e CDS que votaram os mesmos tratados no Parlamento Europeu e na Assembleia da República não serve”, defendeu Catarina Martins.
Fotografia de Nuno Fox/Lusa.

 “[O Presidente] deu uma nota europeia importante. Lembrando-nos que todos somos filhos e filhas de emigrantes, mães e pais de emigrantes, o nosso mundo é feito por cruzamento de mundos e é nesse que nos encontramos”, assinalou Catarina Martins sobre o discurso proferido por Marcelo Rebelo de Sousa, na sessão solene do 25 de abril, que decorreu esta terça-feira na Assembleia da República.

“Não podemos aceitar constrangimentos europeus, que, aliás, por toda a Europa, ao asfixiarem economia e o Estado Social, tem criado desemprego, exclusão social, tem tornado os países mais fracos e tem levado ao crescimento das políticas do ódio e xenofobia”, criticou a coordenadora bloquista.

Catarina Martins defendeu ainda que para o país ter crescimento económico é preciso “uma nova forma de olhar para a Europa”, recusando as imposições de Bruxelas. Cumprir as “normas absurdas de consolidação orçamental” deixa Portugal com “poucos meios para o crescimento económico”, assinalou.

“Para ir mais longe é preciso ter a coragem de dizer que o fato dos constrangimentos europeus, cortado, escolhido e vestido por PS, PSD e CDS que votaram os mesmo tratado no Parlamento Europeu e na AR a não serve”, concluiu.

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