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Bruxelas: Atentados provocaram 34 mortos, pelo menos

Segundo os últimos dados, pelo menos, 34 pessoas morreram e 186 ficaram feridas, nos atentados de Bruxelas. Parlamento português aprovou voto de condenação. Estado Islâmico reivindicou autoria. Veja tweets dos acontecimentos.
Foto retirada de vídeo do twitter de Evan Lamos

O parlamento português aprovou nesta terça-feira por unanimidade um voto de condenação dos atentados de Bruxelas e fez um minuto de silêncio. No voto refere-se: "A Assembleia da República, reunida em sessão plenária, expressa assim a sua mais veemente condenação dos atentados terroristas de Bruxelas e o seu mais profundo pesar pelas vítimas". Na sua intervenção, o líder parlamentar do Bloco de Esquerda (ver vídeo abaixo) afirma que “não nos deixaremos vergar perante o ódio, nem deixemos cair a liberdade e a defesa do estado de direito”.

 

Nas explosões no aeroporto de Zaventem em Bruxelas terão falecido, pelo menos, 14 pessoas e ficado feridas mais de 106.

Na estação de metro de Maelbeek morreram, pelo menos, 20 pessoas e ficaram feridas 80, das quais uma dezena em estado grave.

Na capital da Bélgica, as pessoas são aconselhadas a não se deslocarem, para sua segurança, enquanto os transportes públicos estão parados.

Entretanto, foram divulgadas fotos de três suspeitos de serem responsáveis pelas explosões no aeroporto de Zaventeem.

A diretora do Site intelligence group, Rita Katz, publicou no twitter que ativistas do Daesh (Estado Islâmico) estão a reivindicar os atentados em Bruxelas.

A BBC noticiou que a agência A’maq, com ligações ao Daesh, divulgou a seguinte notícia: "Combatentes do Estado Islâmico cometeram uma série de ataques à bomba com cintos de explosivos e engenhos, na terça-feira, visando um aeroporto e uma estação de metro no centro da capital belga, Bruxelas".

Veja abaixo o vídeo de um tweet gravado após as explosões no aeroporto de Zaventem e dois vídeos das explosões no metro de Bruxelas, assim como o vídeo da declaração de Pedro Filipe Soares na AR.

 

 

 

 

P.F. Soares: "Não nos deixamos vencer nem pelo ódio nem pelo medo"

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