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Bloco questiona falta de trabalhadores nas escolas

Joana Mortágua considera “crónico” o problema “de falta de funcionários nas escolas” e por isso apresentou um requerimento a questionar o Ministério da Educação. Na segunda-feira, a Escola Anselmo de Andrade, em Almada, encerrou por este motivo.
Foto de Biblioteca de Arte Museu Calouste Gulbenkian/Flickr

Faltam funcionários administrativos e auxiliares nas escolas portuguesas e o Bloco pergunta ao governo o que irá fazer quanto a isso. No requerimento entregue na Assembleia da República, Joana Mortágua lembra o caso do encerramento da Escola Anselmo Andrade em Almada. Na segunda-feira a justificação para o fecho desta escola foi a “falta de condições de segurança que garantam o seu normal funcionamento”. Sem aulas ficaram cerca de 1.200 alunos.

Mas esta escola não é caso único segundo o Bloco que pergunta ao governo se tem conhecimento da situação, qual o número de funcionários em falta nas escolas, seja por ausências permanentes, seja por baixas médicas e outros motivos temporários, e quais os serviços que têm sido encerrados devido à falta de pessoal.

Joana Mortágua acrescenta ainda perguntas sobre os contratos com empresas de limpeza. O partido quer saber “quantas escolas são afetadas pelo fim dos contratos com empresas de limpeza que estão a terminar”, o que pode agravar a situação em várias escolas. E não deixa de considerar que “muitas vezes as soluções que o Ministério da Educação encontra para atenuar este problema” passa pela contratação de empresas de limpeza ou de trabalhadores pagos à hora o que não vai “no sentido correto, pois promove a precariedade e são soluções meramente temporárias”.

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