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Bloco preocupado com atraso nas obras do novo Hospital Central do Alentejo

Numa pergunta ao governo, o Bloco de Esquerda quer saber quando terão início às obras do novo Hospital Central do Alentejo. Trata-se de um investimento de “extrema importância para a região e para o país” e que pode dar resposta a perto de um milhão de pessoas.
Maquete do futuro hospital.
Maquete do futuro hospital. Imagem SNS

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, através do deputado Moisés Ferreira, dirigiu uma pergunta ao ministério da Saúde sobre o atraso do início das obras do novo Hospital Central do Alentejo, em Évora. 

O concurso público internacional para a construção no novo hospital foi lançado no dia 14 de agosto de 2019, com a construção orçamentada em 180 milhões de euros. Um investimento que o Bloco “saúda e que considera de extrema importância para a região e para o país, estando desenhado para, numa primeira linha, responder a 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas.”

A adjudicação da obra ocorreu no dia 3 de março e o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, José Robalo, disse à Lusa que o concurso público da empreitada do novo hospital foi vencido pelo grupo espanhol Aciona. No entanto, “com o orçamento aprovado e sendo este hospital uma clara necessidade para o reforço do SNS na região do Alentejo, não se compreende a demora do Ministério da Saúde em autorizar a realização de despesa e em permitir a concretização da obra, desta forma travando o processo”, afirma o Bloco. 

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, através do seu deputado Moisés Ferreira, entregou ontem uma Pergunta dirigida...

Publicado por Bloco de Esquerda Évora em Terça-feira, 2 de junho de 2020

O partido considera  que é “um hospital necessário numa região que necessita de mais oferta pública de cuidados de saúde. São conhecidas as dificuldades em captar e fixar profissionais de saúde nesta região, assim como os tempos de espera que se verificam na região para algumas consultas de especialidade ou para cirurgias. O novo hospital, dotado de melhores infraestruturas e tecnologia e com aumento da sua capacidade resposta, tanto em medicina como em cirurgia é, por todas estas razões, uma necessidade premente.”

Assim sendo, dirigiram algumas perguntas ao ministério da Saúde no sentido de perceber qual é o ponto de situação do processo e o que motiva a demora do início das obras. Mas também querem saber se o governo também considera urgente este investimento para a região. 

 
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