Em abril de 2018, com a presença de dois ministros e de representantes do Banco Europeu para o Investimento (BEI), o governo apresentou o Casa Eficiente 2020, um programa com uma dotação de 200 milhões de euros para financiar intervenções que melhorassem o desempenho ambiental dos edifícios de habitação particular. O objetivo era dar destaque à eficiência energética e hídrica e à gestão dos resíduos urbanos.
O programa arrancou em junho. Seis meses depois, só foram emitidas 400 declarações e os empréstimos estiveram apenas na ordem dos 300 mil euros.
O Casa Eficiente 2020 tem o objetivo de complementar a oferta de programas públicos que apoiam a reabilitação e a melhoria da eficiência energética. Deve facilitar a realização de obras ou aquisição de equipamentos em prédios urbanos ou frações autónomas.
Dos referidos 200 milhões de euros, 100 milhões foram financiados pelo BEI, em condições mais vantajosas, e os restantes pela banca nacional, que define as condições finais dos empréstimos a conceder aos particulares. O primeiro ainda só emprestou 70 milhões e alerta para o risco da devolução do montante caso o programa não seja concretizado entre 2018 e 2021.