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Avançar com projeto de refundação do SNS de António Arnaut é a melhor forma de o homenagear, sublinha Catarina Martins

“Não há ninguém em Portugal que não tenha essa dívida de gratidão, pela existência de um Serviço Nacional de Saúde, a António Arnaut”, defendeu a coordenadora bloquista esta terça-feira.
A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, apresenta condolências à filha de António Arnaut, Ana Paula Arnaut, durante as cerimónias fúnebres do fundador do Serviço Nacional de Saúde e cofundador do PS, no Convento da São Francisco, em Coimbra, 22 de maio de 2018. PAULO NOVAIS/LUSA

A coordenadora do Bloco de Esquerda, acompanhada pelos deputados José Manuel Pureza e Moisés Ferreira, deslocou-se esta terça-feira ao Convento de São Francisco, em Coimbra, para prestar uma última homenagem a António Arnaut, que faleceu esta segunda-feira, aos 82 anos.

À saída, em declarações aos jornalistas destacou que António Arnaut “foi um dos fundadores da nossa democracia e da nossa liberdade, um lutador toda a vida e alguém a quem o seu trabalho fica ligado a um dos aspetos mais importantes da vida de cada um de nós”.

“Não há ninguém em Portugal que não tenha essa dívida de gratidão, pela existência de um Serviço Nacional de Saúde, a António Arnaut”, ressalvou.

“É uma dívida de gratidão que temos para com António Arnaut e uma responsabilidade grande de fazer com que o seu projeto de refundação do Serviço Nacional de Saúde possa ir para a frente para, assim, sabermos que as gerações futuras recebem o mesmo que nós recebemos de António Arnaut: o direito de acesso à saúde”, defendeu Catarina Martins.

Questionada pelos jornalistas se esta seria a melhor forma de homenagear o chamado “pai” do SNS, Catarina Martins disse não ter “dúvida nenhuma”.

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