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Autárquicas: “O Bloco Faz Falta” na Covilhã

“A transparência e seriedade que caracterizam a forma de trabalhar do Bloco, há muito fazem falta na Covilhã”, afirmam os candidatos: João Corono encabeça a lista do município, Nuno Cruz a da Assembleia Municipal e Nuno Pinto a da candidatura à União de freguesias de Covilhã e Canhoso.
Sede do Bloco de Esquerda na Covilhã.
Sede do Bloco de Esquerda na Covilhã.

O Bloco de Esquerda apresentou, na semana passada, a sua candidatura autárquica ao município da Covilhã, distrito de Castelo Branco, com o mote "O Bloco faz falta". 

Segundo a nota de imprensa, a candidatura pretende "aportar transparência, seriedade, competência e proximidade à política do concelho. Devolver as cidades e as freguesias à sua população, retirando-a da subjugação aos interesses e às políticas desastrosas destes últimos 25 anos".

 “A transparência e seriedade que caracterizam a forma de trabalhar do Bloco, há muito fazem falta na Covilhã”, afirmam os candidatos: João Corono, coordenador da estrutura interconcelhia bloquista da Cova da Beira, é o primeiro da lista à Câmara Municipal; Nuno Cruz encabeça a lista à Assembleia Municipal e Nuno Pinto a da candidatura do bloco à União de freguesias de Covilhã e Canhoso.

Na foto, da esquerda para a direita: Nuno Pinto, João Corono e Nuno Cruz.

Ex-delegado sindical, João Corono tem 63 anos, é gerente de hotelaria, restauração e bebidas e tem um percurso ligado ao movimento associativo e cultural da Covilhã, além de ser um dos responsáveis locais do Bloco.

Segundo a nota de imprensa, Nuno Cruz é candidato independente, tem 28 anos, é natural de Vila Nova de Gaia, mas reside na Covilhã há 10 anos.

Licenciado em Sociologia e a frequentar o mestrado de "Pobreza e Políticas Sociais" na Universidade da Beira Interior, Nuno Cruz é atualmente assistente de loja para o grupo Altice.

"Somos uma nova equipa que procura uma nova forma de fazer política, pondo o interesse público em primeiro lugar. Queremos iniciar um novo ciclo autárquico, que invista e valorize as pessoas, que pense e reestruture as cidades, vilas e aldeias, que reinvente o comércio e melhor distribua a riqueza, e que não promova de modo nenhum a exclusão social", acrescenta a nota.

Termos relacionados Autárquicas 2017, Política
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