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Atualizações do salário mínimo, Função Pública, prestações sociais e pensões devem avançar

À saída da audiência do Presidente da República com o Bloco, Catarina Martins sublinhou que as atualizações anunciadas pelo governo devem avançar e que são os partidos que devem adaptar-se ao calendário eleitoral “e não o contrário”.
Catarina Martins à saída da audiência com o Presidente da República. Foto de António Cotrim/Lusa.
Catarina Martins à saída da audiência com o Presidente da República. Foto de António Cotrim/Lusa.

Catarina Martins, Pedro Filipe Soares e Mariana Mortágua participaram este sábado na audiência do Bloco de Esquerda com o Presidente da República na sequência do chumbo do Orçamento do Estado para 2022. À saída, a coordenadora bloquista reiterou a posição de que a rejeição do orçamento não implicaria eleições antecipadas. Contudo, tendo Marcelo Rebelo de Sousa decidido “legitimamente” dissolver a Assembleia da República, o Bloco considera que “as eleições devem ocorrer o mais depressa possível” e que “devem ser os partidos a adaptar os seus critérios ao calendário eleitoral e não o contrário”.

Nesta ocasião, o foco do partido foi para as questões sociais que ficam pendentes no atual cenário político. Assim, “uma vez que o governo não se demitiu e está na plenitude das suas funções as atualizações que estavam anunciadas, nomeadamente do salário mínimo nacional, bem como das pensões, de algumas prestações sociais e dos salários da Função Pública devem avançar”.

Outro argumento adiantado para que isto aconteça é que “a folga que resulta da execução do orçamento em vigor é mais do que suficiente”.

Catarina Martins considerou ainda que é preciso um processo de “definição e não de impasse” na próxima campanha eleitoral que, por isso, tem de ser “esclarecedora”. Assim, seria “impossível antes do dia 16 de janeiro” que acontecessem eleições.

Termos relacionados Orçamento do Estado 2021, Política
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