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Abstenção do PSOE põe fim à alternância, afirma Pablo Iglésias

Pablo Iglésias considerou este domingo que a decisão do Comité Federal do Partido Socialista em se abster na investidura de Mariano Rajoy demonstra "o fim da alternância no sistema partidário".

O secretário-geral do Podemos reagiu através da rede social Twitter à decisão  do Comité Federal do PSOE de se abster - por 139 votos a favor e 96 contra - na votação de uma nova investidura do líder do Partido Popular, Mariano Rajoy, como chefe do executivo espanhol.

Pablo Iglésias sublinhou ainda que a decisão abre caminho à "Grande Coligação" perante a qual o seu partido representará a alternativa.

"Ontem revezavam-se, hoje precisam um do outro. Seremos a alternativa", secundou o secretário político do Podemos, Íñigo Errejón, também no Twitter, prognosticando que o novo governo será "fraco e de curta duração".

Por seu turno, para Alberto Garzón, coordenador federal do partido Esquerda Unida, o PSOE aprovou "pôr-se ao lado de Rajoy e contra a classe trabalhadora".

Antes da votação, Garzón disse que o PSOE iria "branquear" o PP, que considerou "o partido mais corrupto da UE (União Europeia)", se se decidisse pela abstenção para viabilizar o governo de Rajoy.

 

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