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8 dos 11 titulares da seleção suíça são imigrantes

Se a Suíça tivesse aplicado a legislação anti-imigrantes, aprovada no passado domingo, anos antes, a seleção nacional, que disputará o mundial de 2014 no Brasil, perderia 8 dos seus 11 jogadores titulares.
Se a proposta tivesse sido aprovado anos antes, a Suíça não teria grande parte das estrelas que jogam na sua seleção nacional e que representarão o país no mundial do Brasil em 2014.

A Suíça aprovou no passado domingo a iniciativa do partido de extrema direita União Democrática do Centro/Partido Suíço do Povo (UDC/SVP) com o título “Contra a imigração em massa”.

Se a proposta tivesse sido aprovado anos antes, a Suíça não teria grande parte das estrelas que jogam na sua seleção nacional e que representarão o país no mundial do Brasil em 2014.

Aplicando retroativamente a lei, que entrará em vigor em 2017, deixavam de fazer parte do plantel titular os seguintes jogadores: Gökhan Inler (filhos de imigrantes turcos), Blerim Dzemaili (nasceu na Macedónia), Tranquillo Barnetta (filho de imigrantes italianos), Granit Xhaka (filho de pais kosovares), Xherdan Shaqiri (nasceu na Sérvia), Diego Benaglio (filho de imigrantes italianos), Haris Seferovic (filho de imigrantes bósnios), Pajtim Kasami (nasceu na Macedónia).

A velha vedeta do futebol alemão e agora selecionador nacional, Ottmar Hitzfeld, também seria excluído do conjunto helvético.

A proposta, aprovada com 50,3% dos votos a favor e 49,7% contra, limita a entrada de cidadãos da União Europeia e restabelece as quotas de mão-de-obra estrangeira no país, suprimidas em parte com os acordo de livre circulação com a UE assinado em 2009.

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