Cultura

O Esquerda.net entrevistou Jorge Campos, documentarista e programador cultural, que nos falou de documentarismo e da necessidade de uma intervenção pública no âmbito de uma política cultural. Para Jorge Campos, “A política que perde a referência cultural deixa de o ser”. Por Dalila Teixeira.

A exposição “O futuro era agora – nos 40 anos das greves contra a corrente (maio – setembro de 1974)" (ver evento no facebook), é inaugurada na próxima segunda-feira, dia 5 de maio, às 18 h, na Associação José Afonso, núcleo de Lisboa (na rua de S. Bento 170, em frente à Assembleia da República). É uma iniciativa da Cultra que realizará também dois colóquios sobre o tema.

O Esquerda.net entrevistou Alexandre Alves Costa, arquiteto que integrou entre 1974 e 1976 a Comissão Coordenadora do SAAL/ Norte. Fizemos a viagem ao passado com ele, ao mesmo tempo que nas salas do Trindade dois documentários, inseridos no Desobedoc - Mostra de Cinema Insubmisso, retratavam o tema. Por Dalila Teixeira.

A democracia política em Portugal não foi uma outorga do poder. Foi uma conquista imposta ao poder. O mesmo quanto à democratização social, o direito à greve, a liberdade sindical, o salário mínimo, as férias pagas, a redução do horário do trabalho e os fundamentos de um sistema universal de segurança social. Artigo de Fernando Rosas, publicado no nº 5 da revista Vírus.

porFernando Rosas

Republicamos no esquerda.net as "Recordações da Casa Vermelha" de João Martins Pereira – um conjunto de recortes e memórias dos meses que precederam a Revolução, publicado na revista Combate nos 20 anos do 25 de Abril.

Catorze anos depois de ter encerrado, o cinema Trindade reabre esta sexta-feira para o Desobedoc, uma mostra de cinema documental a propósito das comemorações dos 40 anos do 25 de abril. Organizado pelo Partido da Esquerda Europeia em colaboração com o Bloco de Esquerda, ao longo de três dias as telas do Trindade exibirirão estórias de resistência ao fascismo.

No dia do livro é importante lembrar que esta velha inovação da humanidade perdura e se reinventa entre as relações das gentes com o objeto. O livro reflete quem o criou e para quê. Quem o lê, o destrói, o acarinha, o transmite ou censura evidencia o poder que ele pode encerrar. Se nenhuma pessoa é uma ilha, nenhum livro é apenas uma coisa. “O livro muda a história que o muda”, diz Fernando Báez em Os Primeiro Livros da Humanidade. Por Paula Sequeiros

porPaula Sequeiros

Faz este domingo 21 anos que morreu Mário Moreno, o Cantinflas, um dos cómicos latino-americanos mais populares desde os anos 30, considerado um génio da comédia muito graças à disparatada e inesgotável verborreia que caracterizava os seus papéis. Artigo de António José André.

Este ensaio de Perry Anderson, publicado em 2012 no livro "Espectro: da direita à esquerda no mundo das ideias", mergulha nas memórias da juventude de Garcia Márquez presentes no livro "Viver para Contar". Publicado no blog da Boitempo.

Republicamos no esquerda.net as "Recordações da Casa Vermelha" de João Martins Pereira – um conjunto de recortes e memórias dos meses que precederam a Revolução, publicado na revista Combate nos 20 anos do 25 de Abril.

Filme de Haifaa al Mansour, a primeira realizadora mulher da Arábia Saudita, fala-nos da condição das mulheres naquele país, deixando claro que em causa está uma moral patriarcal que a todos/as obriga e, por isso, é um filme enredado na figura do proibido. Aliás, não há salas de cinema no reino saudita.

porSofia Roque

Prémio Nobel da Literatura de 1982, jornalista apaixonado e argumentista de cinema, Gabo foi um dos melores escritores do século XX, autor de obras que milhões de leitores nunca esquecerão. 

No lançamento de “Os Burgueses”, Francisco Louçã diz que o estudo ajuda a compreender os motivos que levam a classe dominante a mergulhar Portugal no empobrecimento. Obra de mais de 500 páginas estuda a vida social das mil pessoas que constituem o núcleo que ocupa os lugares fundamentais de poder. D. Januário Torgal e José Manuel Sobral apresentaram, Mário Soares, João Cravinho, Carvalho da Silva, entre outros, estiveram presentes. 

Republicamos no esquerda.net as "Recordações da Casa Vermelha" de João Martins Pereira – um conjunto de recortes e memórias dos meses que precederam a Revolução, publicado na revista Combate nos 20 anos do 25 de Abril.

Em entrevista ao Esquerda.net, o encenador Hélder Costa afirma que se a cultura demonstrar interesse pela sociedade, as pessoas aproximam-se desta porque sentem que há uma ligação concreta ao quotidiano. Para o encenador e diretor artístico da Companhia de Teatro A Barraca, a estupidificação é uma estratégia muito antiga de dominação dos povos. Por Pedro Ferreira.