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Biblioteca

Esta semana, um conto sobre o vício de coleccionar livros.

O e-book que oferecemos esta semana pertence ao volume The Dubliners, de James Joyce.

O e-book da semana é “Myslowitz-Braunschweig-Marselha (História de um fumador de haxixe)”, do filósofo Walter Benjamin.

Ninguém levaria o velho capitão a deixar de fumar. Ninguém? Um conto de Emilio de Marchi (1851-1901)

O conto que oferecemos esta semana aos nossos leitores é do escritor italiano Giuseppe Giacosa (1847-1906)

O conto é do escritor italiano Ferdinando Paolieri (1878-1928), um dos últimos representantes do realismo “provinciale”, que na Toscana teve grandes mestres.

O conto que oferecemos esta semana aos leitores é do escritor e dramaturgo russo Leoníd Nikoláievich Andréyev (1871-1919), líder do movimento expressionista e um dos mais prolíficos escritores do seu tempo.

"Sorte", de Mark Twain, é o e-book que oferecemos esta semana aos leitores, na semana em que se assinala o centenário da morte do autor. Samuel Langhorne Clemens (1835 - 1910) é um dos mais populares escritores, humoristas e romancistas norte-americanos.

Páginas

Durante o ano de 2018, o então Ministro da Cultura Luís Filipe Castro Mendes, comunicou que era vontade do Governo abrir um dossier importante: o tão esperado regime de autonomia dos museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos.

A Vinci ganhou a privatização da ANA - Aeroportos de Portugal e, com isso, o monopólio no setor. É a ANA quem manda onde se vai construir o novo aeroporto.

A ideia de que os órgãos municipais não são eficazes para resolverem os problemas dos munícipes e só uma entidade de caráter privado o pode fazer, radica na velha tese neoliberal de “menos Estado, melhor Estado”.

Associação de Médicos Católicos diz que a legalização da cannabis “irá seguramente levar a um aumento do número de pessoas que consomem esta droga”. Isto não podia estar mais longe da verdade.

Posso escrever putas no Esquerda.net? Não que costume, mas o Pessoa (aliás Álvaro de Campos) fê-lo há 100 anos, porque não eu?

Revolução alemã? A expressão causará estranheza em muitas pessoas. O que se passou na Alemanha há cem anos foi apagado da memória coletiva. Mas não foi um detalhe. Foram momentos decisivos que se pagaram caro. Esmagada brutalmente primeiro e esquecida cinicamente depois, há que lembrá-la.

A revolução alemã faz cem anos. E com ela o assassinato de Rosa Luxemburgo, de Karl Liebknecht e de tantas e tantos outros. Ocasião para revisitar a vida e obra de Rosa Luxemburgo. Dossier organizado por Carlos Carujo.

A leitura de Isabel Loureiro da teoria da acumulação do capital de Rosa Luxemburgo vai além da mera análise dos seus “erros” como tem sido tradicionalmente feito por alguns autores. Loureiro revela uma economista que abre portas à compreensão do papel dos países periféricos na economia capitalista.

Rory Castle apresenta-nos a vida de Rosa Luxemburgo.  E conclui que "as suas ideias e por vezes a mera menção do seu nome continuam a provocar, inspirar e desafiar 'como o estalar de um trovão'."

Nancy Holmstrom discute o legado feminista de Rosa Luxemburgo à luz de alguns debates contemporâneos. Para além do exemplo de uma vida emancipada, haverá um feminismo de Rosa Luxemburgo?