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Biblioteca

Esta semana, um conto sobre o vício de coleccionar livros.

O e-book que oferecemos esta semana pertence ao volume The Dubliners, de James Joyce.

O e-book da semana é “Myslowitz-Braunschweig-Marselha (História de um fumador de haxixe)”, do filósofo Walter Benjamin.

Ninguém levaria o velho capitão a deixar de fumar. Ninguém? Um conto de Emilio de Marchi (1851-1901)

O conto que oferecemos esta semana aos nossos leitores é do escritor italiano Giuseppe Giacosa (1847-1906)

O conto é do escritor italiano Ferdinando Paolieri (1878-1928), um dos últimos representantes do realismo “provinciale”, que na Toscana teve grandes mestres.

O conto que oferecemos esta semana aos leitores é do escritor e dramaturgo russo Leoníd Nikoláievich Andréyev (1871-1919), líder do movimento expressionista e um dos mais prolíficos escritores do seu tempo.

"Sorte", de Mark Twain, é o e-book que oferecemos esta semana aos leitores, na semana em que se assinala o centenário da morte do autor. Samuel Langhorne Clemens (1835 - 1910) é um dos mais populares escritores, humoristas e romancistas norte-americanos.

Páginas

O governo anda aos papéis com a contratação dos médicos. Antes da pandemia prometeu mais de 8.000 profissionais da saúde em 2020. Chegamos a Novembro e temos menos médicos no SNS.

Bastam 5 minutos na página da Câmara Municipal de Matosinhos para compreender a estratégia montada pela autarquia para a população em situação de sem-abrigo. Simplesmente, não existe.

Quando levamos às conversas com o governo a necessidade de pensar de forma mais abrangente a saúde, foi com a consciência que a espinha dorsal do SNS são os seus profissionais.

Após meses de impasse, o Governo não cedeu um milímetro na legislação do trabalho, que continua essencialmente como Passos a deixou. Nem muito nem pouco. Zero. Pode haver uma política de esquerda que não proteja o trabalho?

A declaração de inconstitucionalidade da Lei das Rendas tem de ter efeitos concretos. A lei tem de ser alterada imediatamente e o Estado tem de compensar as pessoas que perderam com a aplicação de uma lei injusta e inconstitucional. É assim num Estado de direito.

A paciência dos bielorrussos parece ter-se esgotado após a resposta irresponsável de Lukashenko à pandemia da covid-19 e a crise do modelo económico sustentado por Moscovo. A gota de água foram as eleições presidenciais  viciadas pelo regime, que prendeu os candidatos e em seguida, após a inédita mobilização da campanha da oposição, anunciou uma vitória retumbante. Dossier organizado por Luís Branco.

Ao fim de 26 anos à frente da Bielorrússia, Aleksandr Lukashenko sempre conseguiu neutralizar quem lhe fazia frente, à medida que endurecia o autoritarismo do regime. Agora enfrenta nas ruas o maior desafio ao seu poder.

A larguíssima maioria dos partidos da Esquerda Europeia e o próprio "Partido" em si condenaram a fraude eleitoral, a repressão e manifestam-se a favor de uma solução pacífica que corresponda à autodeterminação democrática do povo da Bielorrússia. Isso não quer dizer validar sanções da União Europeia, que, aliás, no seu seio tem muito com que se preocupar com o avanço da extrema-direita e dos Orbán. Artigo de Luís Fazenda.

Bandeira da Bielorrússia

Neste artigo, Jorge Martins resume a história e o contexto político da Bielorrússia do início da Idade Média até à independência, com enfoque especial nas últimas três décadas dominadas pelo regime de Lukashenko.

Polícia prepara-se para deter participantes num protesto pacífico nas ruas de Minsk a 19 de setembro.

Entrevista com Irina Solomatina, ativista feminista e participante frequente nas manifestações. Solomatina é a Chefe do Conselho da Organização das Mulheres Trabalhadoras da Bielorrússia (desde Maio de 2019) e co-autora do livro “Ativismo das mulheres na Bielorrússia: Invisível e Intocável" (em russo), juntamente com Victoria Schmidt.