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Onde encontrarei as palavras para expressar o horror que então me invadiu? Eu estava deitado ao pé da forca de Los Hermanos. Os cadáveres dos dois irmãos De Zoto não estavam enforcados, e sim deitados ao meu lado.

– À simples vista – disse o major, remexendo no bolso – é apenas uma pequena mão comum, seca e mumificada.

Tirou qualquer coisa do bolso e exibiu-a. A senhora White recuou, com uma careta, mas o filho, pegando no objecto, examinou-o com curiosidade.

Ontem, entre a multidão do bulevar, percebi que alguém me tocava no braço. Adivinhei logo. Era aquele ser misterioso que eu sempre desejara conhecer.

– Diz-me, gentil menina: gostarás de mim se eu fizer uma visita aos teus pais?

Havendo proferido tais palavras, Julião Mastakovitch quis beijar a pequena mais uma vez; mas o menino, vendo-a prestes a romper no choro, puxou-a pela mão.

Uma vez tinha eu voltado pela ante-manhã de uma festa louca. Dormia a sono solto, prostrado pela fadiga, esgotado da orgia desenfreada. Senti uma mão fria passar-me de leve nas faces, acordei. Era ela!

O verdadeiro medo é como uma reminiscência dos fantásticos terrores primitivos.

Publicamos esta semana o conto original “Barba Azul”, um rico e assustador aristocrata, muito feio, com a sua horrível barba azul. Casado já três vezes, ninguém sabia o que tinha acontecido às esposas.

Um homem rico perdeu um saco com mil talentos, sobre os quais havia uma serpente de ouro. Um pobre que passava achou-o.

Neste e-book conta-se a história de um cientista que desvendava crimes através de um jogo de associação de palavras. Mas a experiência nem sempre tinha sucesso.

A adivinha previra: ele ia matar um homem. “Se acontecer, avise-me. Esteja o senhor onde estiver, escreva-me ou telegrafe-me. A sua ficha é nº 20.003. Poucas palavras. Basta isto: 20.003 matou.”

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No dia 26, o que se decide é se queremos habitação a preço acessível, transportes que servem as pessoas, apoio social que responda às necessidades de quem precisa, uma aposta a sério e não meramente propagandística na qualidade ambiental e no ordenamento do território.

É urgente reverter e travar o processo de municipalização da educação, que consiste em mais numa recentralização de poderes.

Escândalo repetido, a Comissão Europeia cede aos piores lobbies económicos e financeiros mundiais, em prejuízo de todos os povos. Sabendo disto, o que vai fazer o Governo português?

Esta campanha autárquica não precisava deste triste momento de aproveitamento eleitoralista, na ânsia da caça ao voto.

Hoje é fácil aplaudir o Plano Nacional de Remoção do Amianto das escolas. O que muitos talvez não saibam é que a erradicação do amianto das escolas que vemos agora em velocidade de cruzeiro começou com uma pequena associação de pais e encarregados de educação.

Treino na Academia Militar de West Point

Segundo os autores do recém-lançado relatório do Institute for Policy Studies, com uma parte do dinheiro gasto na guerra ao terror, os Estados Unidos podiam ter descarbonizado completamente a sua rede elétrica, eliminado a dívida estudantil, prolongado o Crédito Fiscal Infantil da era covid por dez anos, garantido o pré-escolar gratuito, financiado as vacinas covid em todo o mundo - e ainda sobrava dinheiro para gastar. Artigo de Luke Savage.

A retirada das tropas ocupantes coincide com o aniversário das duas décadas do atentado que lhe serviu de pretexto. Neste dossier, olhamos para a situação do país que assiste ao regresso dos talibãs e para o que mudou ou ficou na mesma durante 20 anos de mais uma guerra fracassada dos EUA. Dossier organizado por Luís Branco.

 

Os liberais podem mostrar-se tristes por terem dado para um peditório que afinal era um embuste. É lamentável que nem sequer o admitam. Podem mesmo reprovar a "traição" de Biden e jurar que fazem todas as guerras pela democracia mas o embaraço é muito.  Artigo de Luís Fazenda.

Vendedor ambulante expõe bandeiras e posters dos líderes talibãs junto a um mural de uma menina na escola.

A Associação Revolucionária das Mulheres do Afeganistão (RAWA) é uma organização política feminista fundada em 1977 com sede em Quetta, no Paquistão. Nesta entrevista ao Osservatorio Afghanistan, Maryam faz um balanço de 20 anos de ocupação ocidental e apresenta as perspetivas sobre como continuar a luta na nova fase que agora se abre.

Um mural no Afeganistão protesta contra o assassinato de Fakunda Malikzada: 'O assassinato de Fakhunda é uma mancha em todos os homens afegãos'.

A vida das mulheres afegãs corre agora perigo por causa dos talibãs. Mas elas sempre enfrentaram a violência masculina, como relata a investigadora Jenevieve Mannell, que no Afeganistão ouviu muitos testemunhos de mulheres vítimas de violência nos últimos anos.