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Silencioso quando nasceu, silencioso na vida, silencioso quando morreu, mais silencioso ainda foi o seu enterro. Mas no outro mundo foi diferente. Ali a morte de Bontsha foi uma sensação. O som da trombeta messiânica ecoou pelos sete céus, anunciando: Bontsha, o Silencioso, morreu!

...Em consequência dos factos anunciados acima, o signatário pede humildemente autorização ao chefe de Estado para passar unicamente sobre o passeio do lado direito da Grand-Rue.

"Quando pela primeira vez o fantasma ficou na luz de perigo", prosseguiu, pondo o cabelo preto atrás da cabeça, e movendo as mãos de um lado a outro das têmporas, febrilmente tenso, "por que não me contou onde aconteceria o acidente, se fosse mesmo acontecer? Talvez isso pudesse ter evitado a catástrofe"

– Quer dizer que eu roubei as nozes que nem eram minhas? Então não é meu o que cai na minha propriedade, em cima das minhas batatas? Quer dizer que eu sou um ladrão?

– Se queria fazer um brinde, porque não brindou à liberdade constitucional, aos exércitos do Danúbio ou à liberdade de imprensa, ou algum brinde semelhante?

– Mas, meu senhor. Num mês aqui eu não poderia ter aprendido isso tudo.

– Mestre Janos, prenda este homem!

Considerou Beauregard que, se a afeição dela só dependia de tal condição, não convinha desobedecer-lhe. Por isso limitou-se a dizer:

– Como últimas palavras que hei de vos dirigir, declaro que nunca mais falarei sem que mo ordeneis.

– Ó, fiéis! Vós sabeis sobre o que é que eu vos vou falar?

– Não, não sabemos – responderam eles, em coro.

– Já que não o sabem, não poderei dizer-vos nada. Gente ignorante, é isso que todos são.

Que linda moça! Que brilho nos seus olhos! Mas Muirland estava impressionado com o estranho clarão que emanava desses mesmos olhares. Aproximou-se. Coisa estranha! A sua mulher, pelo menos foi o que pensou, não tinha pálpebras.

Todos aqueles príncipes do Inferno estavam de acordo em que era necessário descobrir a verdade. Decidiram mandar um deles ao mundo, para ali pessoalmente a conhecerem, sob a forma humana.

"Amigo", disse ele obstinadamente, "estou decidido. Não dou um passo adiante nessa perversão."

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Enquanto o mundo olha para o país do lado e escolhe ignorar as violações de direitos humanos que se vivem na Colômbia, a violência e a impunidade continuam.

No final de 2018, o Grupo Sogema, da família Moniz da Maia, devia ao Novo Banco cerca de 560 milhões, registados quase na totalidade como perdas. Mais de metade do prejuízo foi imputado ao Fundo de Resolução.

Reduzir a pobreza, melhorar a educação e a habitação e garantir emprego são fatores determinantes no combate à diabetes. O presidente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal defende, por isso, ser aqui que a Cimeira Social pode e deve intervir.

Exige-se do Governo português que abandone os falsos argumentos sobre a inexistência de capacidade produtiva no mundo, que abandone a posição que teve na Organização Mundial do Comércio e que defenda a saúde pública.

O que o país alheado da realidade descobriu com os milhares de mortes nos lares não se muda com melhores lares. Muda-se com mudança de muitas coisas na sociedade para que a cidadania e os direitos dos mais velhos sejam o princípio e não a exceção.

A crise europeia é esta: nem para a pandemia há um projeto de cooperação em saúde, em investigação científica, em produção de medicamentos e em partilha de equipamentos, nem para a economia há um esforço concertado que ponha o banco central e o investimento ao serviço do pleno emprego. Artigo de Francisco Louçã.

Os fundos da resposta europeia foram anunciados como uma "bazuca". Mas muitos países temem que ela venha a ter um efeito de ricochete, ao fazer regressar a austeridade como receita para controlar a dívida que irão acumular. Dossier organizado por Luís Branco.

José Gusmão

Nesta entrevista, o eurodeputado José Gusmão fala das negociações do regulamento do Fundo de Recuperação europeu, da comparação com a resposta da administração norte-americana e do erro da estratégia do Governo português. E conclui que a austeridade "pode estar mais próxima do que os líderes europeus têm admitido".

Cartaz: "Liberdade é viver sem precariedade"

“STOP Precariedade, STOP Pobreza", é o lema da “contra-cimeira da resistência, do inconformismo e da solidariedade” que terá lugar no Porto a 6 e 7 de maio, no momento em que a cidade acolhe uma cimeira dos governantes europeus no âmbito da presidência portuguesa do Conselho de Ministros da UE. Leia aqui o texto de apresentação da iniciativa.

Nesta entrevista, o economista Michel Husson fala do debate sobre o plano de recuperação europeu a partir de França e dos impasses das alternativas à esquerda em vésperas de eleições presidenciais. E conclui que esta crise irá aumentar ainda mais a divergência entre os países do Norte e do Sul da Europa.