Tomi Mori

Correspondente internacional do Esquerda.net http://www.twitter.com/tomimorijapan

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Uma semana depois, as medidas adoptadas contra a tragédia nuclear são como dar um copo de água com açúcar a um paciente terminal. O mais provável é que haja mais fugas radioactivas.

O que o Japão vive, nesta quarta-feira, é uma tragédia nuclear que saiu fora do controlo. A radioactividade foi comprovada em seis províncias japonesas, Fukushima, Tochigi, Gunma, Saitama, Yamanashi, Chiba, Kanagawa, Shizuoka e Tokyo, a capital. Relato do correspondente do Esquerda.net no Japão.

Onze trabalhadores ficaram feridos na explosão, um deles com gravidade. Vítimas do terramoto e do tsunami estimadas em 20 a 30 mil. 600 mil pessoas estão abrigadas provisoriamente em instalações de emergência.

Das poucas vítimas a que se referiam as primeiras notícias sobre o terramoto, o cenário que temos hoje é de que, possivelmente, o terramoto causou uma tragédia de grandes proporções. Em todo o mundo a imprensa afirma que este é o pior acidente nuclear desde Chernobyl.

A tragédia humana não tomou proporções maiores porque o tsunami não atingiu áreas densamente povoadas. Com a explosão na central nuclear de Fukushima, um desastre nuclear já ocorreu ou está a ocorrer. Mas o governo e as autoridades locais não tomaram todas as medidas necessárias para minimizar a tragédia. Não houve nenhuma evacuação preventiva. Relato do correspondente do Esquerda.net no Japão.

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Dirigi-me à janela e abri-a. O prédio parecia que ia cair. Ouvi que vidros se quebravam no meu apartamento, mas não sabia o que era. O terramoto parecia interminável e, claro, achei que tinha chegado o meu fim. Relato do correspondente do Esquerda.net no Japão.

Felizmente, os cientistas não necessitam de deuses para explicar os fenómenos materiais.

Vítima de violência sexual, em estado vegetativo há 37 anos, levanta na Índia a questão da eutanásia. Mas a violência sexual, na Índia, é uma coisa tão comum, inserida no quotidiano, que já não é capaz de causar indignação.

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Novo apelo, através da Internet, para que os chineses se manifestem, volta a fazer aumentar o nervosismo da elite governamental. Imprensa aconselhada a não circular nas áreas de prováveis concentrações.

O novo primeiro-ministro, Jhala Nath Khanal, do Partido Comunista do Nepal Unidade Marxista-Leninista não consegue chegar a acordo com o Partido Comunista do Nepal Unificado para pôr fim à crise política.