Tiago Ivo Cruz

Tiago Ivo Cruz

Doutorando na FLUL, Investigador do Centro de Estudos de Teatro/Museu Nacional do Teatro e da Dança /ARTHE, bolseiro da FCT

Os resultados do primeiro programa de apoio aos arquivos das artes performativas revelaram um potencial a que importa dar seguimento. Como poderia a Direcção-Geral das Artes, depois de adoptar a iniciativa, não assumir as práticas de arquivo como peça fundamental das políticas públicas no Teatro e na Dança?

É de difícil compreensão que a ópera e o seu único teatro em Portugal permaneçam tão insulares na sua dedicação ao prestígio social, sem relação efetiva com o território.

No momento da maior crise sanitária e social que a cidade já enfrentou a direita concentra-se em criar um caso sobre arranjos florais. É sinal de desnorte e quem vive em Lisboa percebe quem está preocupado com as suas vidas e quem quer criar casos, porque não tem nada para propor.

Foram necessários nove anos para o projecto ganhar maioria na Assembleia da República e a regulamentação proposta pelo Governo para implementação da Rede, agora em discussão pública, faz adivinhar que serão necessários outros nove para corrigir as opções tomadas. Artigo de Tiago Ivo Cruz.

As consequências sociais da crise pandémica definiram a urgência com que o Bloco de Esquerda encarou a negociação do orçamento municipal para 2021. Em 2020, implementámos uma resposta de emergência sem paralelo, e esta resposta será reforçada em 2021.

A reabertura das escolas em contexto pandémico é um teste de resiliência e capacidade de trabalho. A vereação da Educação de Lisboa está de parabéns por estar a trabalhar afincadamente na garantia das melhores condições para as escolas do concelho.

A cultura do automóvel matou mais uma pessoa este mês, em Lisboa. A cidade tem de ter um objetivo: zero mortes nas ruas e nas estradas.

O que vem aí não será bonito e precisamos de garantir que a Câmara responde onde o Estado central não está a responder. Ninguém pode cair na rua e a fome não pode regressar a Lisboa. Está nas nossas mãos.

Em Lisboa temos um palco fechado que nem sequer a sua história pode contar. A vergonha de ter um teatro público fechado devia fazer o Partido Socialista refletir e anular esta concessão falhada.

O mito da transversalidade na Cultura ilibou sucessivos governos de garantir meios e orçamento para o Ministério da Cultura. É fruto de uma visão absolutamente regressiva dos serviços públicos de cultura e mostra onde o Partido Socialista se encontra ideologicamente.