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Ricardo Coelho

Ricardo Coelho, economista, especializado em Economia Ecológica

Artigos do Autor(a)

27 de Fevereiro, 2012 - 00:02h

Será que gerir um Estado é semelhante a gerir uma casa? A resposta evidente para quem pensa minimamente sobre a questão é um categórico não. Mas vale a pena refletir melhor sobre o assunto, para podermos mais eficazmente desmontar esta ideia abstrusa.

18 de Fevereiro, 2012 - 20:50h

A equivalência entre partilha e roubo é um dos maiores embustes dos tempos modernos.

9 de Fevereiro, 2012 - 00:05h

Não é nenhuma tragédia acumular défices elevados durante períodos de recessão, desde que os períodos de expansão sejam marcados por défices baixos e superavits.

31 de Janeiro, 2012 - 01:09h

A equivalência entre partilha e roubo é um dos maiores embustes dos tempos modernos.

19 de Janeiro, 2012 - 11:27h

O artigo publicado ontem sobre o plano “EDP Continente” foi amplamente partilhado, tendo recebido muitos comentários de clientes interessados em saber mais pormenores. Da parte da EDP, houve uma alteração nas informações dadas na Internet, assim como a colocação de comentários da parte de pessoal seu. Por Ricardo Coelho

12 de Janeiro, 2012 - 03:18h

Por onde passa o turbilhão do microcrédito, fica um rastro de endividamento, acompanhado do uso da força pelos cobradores dos bancos e do suicídio de quem não consegue pagar as dívidas.

31 de Dezembro, 2011 - 19:31h

O ritmo de trabalho nas fábricas chinesas faz com que o trabalho de Chaplin no famoso “Tempos Modernos” pareça uma brincadeira.

15 de Dezembro, 2011 - 00:00h

À medida que a agricultura biológica ganha terreno em relação à agricultura intensiva, o diferencial de produtividade e de preço (que hoje já é baixo) tende a decrescer e até a desaparecer.

5 de Dezembro, 2011 - 00:05h

A ascensão do fascismo na Europa e nos EUA, assim como a reprodução de comportamentos autoritários pelos governos que pretendem impor às populações medidas de austeridade, são sinais de alerta.

17 de Novembro, 2011 - 11:15h

O governo prepara-se para construir mais nove barragens. Ao todo, serão gastos dezasseis mil milhões de euros com as barragens, podendo-se antecipar um aumento de 10% nas tarifas de eletricidade como consequência.

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