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Mariana Mortágua

Deputada. Dirigente do Bloco de Esquerda. Economista.

Artigos do Autor(a)

24 de Janeiro, 2012 - 12:25h

O ministro das finanças disse que Portugal está próximo de “um ponto de viragem” na crise. De facto, são poucos aqueles que não sentem o enjoo da viragem, ou melhor, das guinadas deste Governo.

14 de Dezembro, 2011 - 00:11h

Os economistas e políticos neoliberais falham assim em compreender duas questões essenciais dos processos de endividamento que agora diabolizam.

13 de Outubro, 2011 - 00:00h

Os bancos (e outras espécies de bancos travestidos) foram em grande parte os responsáveis pela crise que atravessamos.

13 de Julho, 2011 - 00:55h

Se a economia é incapaz de crescer, não haverá austeridade que nos salve do endividamento, visto que os juros e a dívida aumentam a uma taxa maior que a nossa capacidade de gerar riqueza.

15 de Junho, 2011 - 00:30h

Os factos comprovam uma ideia: a de que as soluções implementadas, porque estão concebidas com base nos mesmos pressupostos económicos que nos trouxeram à crise, só podem agravar o problema em vez de o resolver.

18 de Maio, 2011 - 00:31h

A ideia de que um país para crescer terá antes de ficar mais pobre não passa de puro radicalismo, extremismo ideológico de quem não quer questionar lógicas rentistas.

5 de Abril, 2011 - 14:57h

Desde Janeiro de 2010, a Moody’s reduziu o rating da República 4 níveis, a Standard & Poors 5 níveis e a Fitch 6. Mas desde Janeiro de 2010, o défice não é seis vezes maior e a nossa incapacidade de crescer não piorou quatro vezes.

23 de Março, 2011 - 11:47h

O Banco de Portugal propõe de novo a redução das transferências sociais e do consumo público como forma de reduzir o défice. Uma política que já provou não resultar. Podem repetir quatro ou quatro mil vezes que a mentira não se torna verdade.

22 de Fevereiro, 2011 - 11:13h

Sócrates já disse não perceber “como é que algum líder fica mal disposto quando os números são bons”. Mas serão de facto bons?

8 de Fevereiro, 2011 - 11:03h

Ao apoiar as medidas de governação propostas para a UE, o governo português está a subscrever inteiramente o modelo alemão de ajustamento pela redução dos salários, do Estado Social e dos serviços públicos.

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