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Mariana Mortágua

Deputada. Dirigente do Bloco de Esquerda. Economista.

Artigos do Autor(a)

6 de Março, 2013 - 00:04h

Como em todas as crises, é preciso manufaturar mais pobres, porque são agora precisos mais pobres para fabricar um rico.

20 de Fevereiro, 2013 - 00:00h

Não podemos nem devemos confundir a deriva autoritária e conservadora deste Governo com deveres de cidadania ou princípios de equidade fiscal. Alhos não são bugalhos e banqueiros não são taberneiros.

5 de Fevereiro, 2013 - 00:18h

A verdade é que a economia não pode ser tratada como uma simples soma das partes. Quando passamos de uma escala doméstica (familiar) para o nível macro, a mão invisível que opera os equilíbrios neoclássicos deixa de funcionar.

27 de Novembro, 2012 - 00:04h

A austeridade constitui provavelmente a forma mais direta de ataque aos direitos das mulheres, as maiores beneficiárias, e por isso mais afetadas, pelo desmantelamento dos serviços públicos.

13 de Novembro, 2012 - 12:23h

Entre 2001-2011, os três maiores bancos privados em Portugal, distribuíram aos seus acionistas dividendos no valor de 4.300 milhões de euros. Estes são os mesmos acionistas e bancos que agora pedem ao Estado 4500 milhões de dinheiro público para a sua recapitalização.

31 de Outubro, 2012 - 00:10h

Um debate sério sobre "gorduras do Estado" não se esconde atrás de populismos baratos, coloca em cima da mesa diferentes visões políticas sobre o papel do Estado na sociedade.

16 de Outubro, 2012 - 01:09h

Vender a Caixa é perder um poderoso instrumento de política económica. O único capaz de criar e injetar moeda na economia em períodos de crise, como o que vivemos, e de direcioná-la para o investimento produtivo e a criação de emprego.

2 de Outubro, 2012 - 00:30h

Os dados do comércio internacional mostram que o "milagre do ajustamento externo" não está relacionado como a resolução dos problemas estruturais da economia portuguesa, pelo contrário, resulta do seu aprofundamento.

5 de Abril, 2012 - 12:59h

Se, para compensar as derrapagens, o Governo persistir em implementar medidas de austeridade; canalizar para o financiamento do défice os fundos que poderiam estar a financiar a economia; apostar em medidas de efeito único, como as privatizações; então podemos esperar novos orçamentos retificativos.

4 de Abril, 2012 - 01:42h

Todo o conteúdo do novo tratado europeu clama por uma revisão e emenda dos Tratados Europeus, garante último do poder (ainda que mínimo) dos parlamentos europeu e nacionais.

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