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Mariana Mortágua

Deputada. Dirigente do Bloco de Esquerda. Economista.

Artigos do Autor(a)

25 de Setembro, 2015 - 16:03h

A propósito dos números do défice, o primeiro ministro enredou-se em explicações sobre o montante injetado no Novo Banco. Aparentemente, não só agora vale a pena ter défices, como, de acordo com a atabalhoada lógica de Passos Coelho, quanto maiores melhor. Rendem juros, garante Passos Coelho.

22 de Setembro, 2015 - 00:29h

‘Não vale a pena, são todos iguais’. É uma das coisas que mais oiço nas ruas, além de muitas outras, quase sempre simpáticas, muitas vezes de apoio.

16 de Setembro, 2015 - 15:53h

O valor do Novo Banco está muito, mas muito longe dos 4.900 milhões que foi necessário injetar. O Governo defende-se então com a velha estratégia: a decisão é do Novo Banco, do Fundo de Resolução, do Banco de Portugal, é de quem a apanhar, mas não é nossa.

13 de Setembro, 2015 - 18:45h

De todos os truques de malabarismo demagógicos a que Paulo Portas já nos habituou, a insistência na ideia de um CDS "amigo das famílias" é a mais impressionante.

5 de Setembro, 2015 - 18:10h

Mesmo depois dos generosos e variados benefícios fiscais, o Novo Banco continua a precisar de capital. Sejam as perdas de 2.000 ou 2.500 milhões é impensável que o sistema bancário as vá acomodar.

2 de Setembro, 2015 - 16:14h

Por que é que a STCP que não foi vendida por concurso ao longo de meses, sê-lo-á por ajuste direto a dias das eleições? Será porque a falta de transparência, rigor e controlo público tornam o processo mais atrativo e simples?

25 de Agosto, 2015 - 13:56h

A polémica originada pela recusa de Passos Coelho em participar nos debates alargados sem a presença de Paulo Portas, pode bem ser o último estertor da silly season, mas diz-nos bastante sobre a estratégia da coligação.

23 de Agosto, 2015 - 17:15h

O que Passos Coelho pediu ao país, no Pontal, foi que se entregasse a um exercício coletivo de negação sobre os últimos quatro anos e embarcasse na sua prodigiosa fantasia de noite de ano novo.

12 de Agosto, 2015 - 00:10h

Há muitas formas de solucionar a armadilha do endividamento sem o custo da pobreza, da recessão e do desemprego. O problema não está na inevitabilidade da economia, ou dos seus instrumentos. Trata-se apenas de vontade política.

4 de Agosto, 2015 - 12:07h

É hoje relativamente claro que o valor de venda do Novo Banco não compensará o montante injetado pelo Estado, ou melhor, emprestado pelo Estado ao Fundo de Resolução, ou seja, aos bancos.

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