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Mariana Mortágua

Deputada. Dirigente do Bloco de Esquerda. Economista.

Artigos do Autor(a)

13 de Março, 2019 - 12:28h

Quando o Novo Banco foi criado, a lei permitia que fossem bancos e fundos de investimento a suportar uma parte maior das perdas. Mas não foi essa a opção do Governo PSD/CDS nem do Banco de Portugal.

6 de Março, 2019 - 11:49h

503 mortes em 15 anos que carregam o peso da realidade de milhares de mulheres, agredidas diariamente dentro das suas casas, em silêncio e terror.

2 de Março, 2019 - 20:16h

Dia 10 de junho de 2005, a praia de Carcavelos à pinha. Uns desacatos levam a PSP ao local, armada de shotguns, e a confusão instala-se.

23 de Fevereiro, 2019 - 16:33h

Em 1971, foi publicado o decreto-lei que definiu o estatuto da Universidade Católica Portuguesa (UCP), sujeitando-a à regulamentação do Estado, em paralelo com os restantes estabelecimentos de ensino particular.

13 de Fevereiro, 2019 - 10:15h

Como se não bastasse a sua atuação no caso BES, o Banco de Portugal recusa-se agora a avaliar o governador pelo seu papel na CGD.

6 de Fevereiro, 2019 - 08:48h

O Estado resgatou mas não é proprietário, o país pagou mas não manda nos bancos, que são agora controlados por capitais estrangeiros. A exceção é a Caixa Geral de Depósitos, recentemente recapitalizada.

31 de Janeiro, 2019 - 11:16h

[Carlos] César mudou de opinião porque achou que era uma boa altura para criticar o Bloco, mesmo sabendo ele da deturpação e aproveitamento desta polémica pela agenda da extrema-direita.

24 de Janeiro, 2019 - 21:05h

ANA e CTT, duas empresas públicas privatizadas pelo Governo de PSD e CDS. Ambos os processos foram apresentados ao país como um sucesso, o tempo revelou a podridão desta imensa farsa.

19 de Janeiro, 2019 - 20:59h

Quem agradece as pretensões galvanizadoras de Montenegro é António Costa, que terá mais facilidade em ensaiar o discurso da bipolarização que justifica o pedido de maioria absoluta.

14 de Janeiro, 2019 - 12:03h

O tema é complexo e, talvez por isso, se tenha dado pouca atenção a uma lei que, em 2014, deu aos bancos portugueses o direito de vir a reclamar mais de 3000 milhões de euros ao Estado.

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