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Maria Luísa Cabral

Bibliotecária aposentada. Activista do Bloco de Esquerda. Escreve com a grafia anterior ao acordo ortográfico de 1990

Artigos do Autor(a)

9 de Maio, 2022 - 22:50h

O Governo repudia a denominação mas designar o OE como um orçamento de austeridade é o denominador comum sobre o qual toda a oposição tenta a impossível equação. Só mesmo o PS com acinte, e os empresários que se lhe colam, ignoram o clamor.

21 de Abril, 2022 - 22:51h

Pouco importa o nome que lhe dão. O que devia importar é o choque que produzirá sobre os que menos ganham, em salários ou pensões, os que pouca força e menos ânimo ainda têm. Será que alguém os ouve? Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?

13 de Abril, 2022 - 09:54h

Da autoria de Salazar, o mote é auto explicativo. As exposições valem pelo conteúdo, por aquilo que mostram e dão a conhecer. Não fosse assim, desconhecendo o papel da censura, poder-se-ia imaginar que se inventava. Ora, Portugal não era um jardim à beira-mar plantado, q.e.d. Por Maria Luísa Cabral

10 de Abril, 2022 - 16:04h

50 anos de liberdade ou uma vida. Indispensável recordar, para compreender e arrumar ideias. Inaugurei as minhas comemorações, indo visitar PRIMAVERAS ESTUDANTIS (Museu da Ciência). A estupefacção foi tamanha que resolvi reunir este conjunto de notas.

4 de Abril, 2022 - 21:31h

Em boa verdade, é muito prematuro e fora de propósito tecer comentários sobre o novo Ministro da Cultura. Porém, é oportuno levantar algumas questões que a governação deixa sempre penduradas.

20 de Março, 2022 - 22:52h

Depois da II Grande Guerra, da Guerra Colonial, ainda quentes as guerras nos Balcãs, no Iraque, na Síria ou no Afeganistão, desvalorizamos a vida e a civilização. O retrocesso em marcha de volta à Europa, ilusoriamente longe. A confiança desespera, saberemos reagir?

3 de Março, 2022 - 21:49h

A cortina de ferro é história de outros tempos. Mas não estamos imunes ao surgimento de outras cortinas, mesmo que de fina musselina. Umas e outras, completamente escusadas, uma das razões que levou milhares de pessoas à rua no domingo.

22 de Fevereiro, 2022 - 22:21h

A propósito da seca, Capoula Santos dizia há dias numa entrevista radiofónica que é preciso relativizar. O termo cheira mesmo ao Portugal do antigamente.

8 de Fevereiro, 2022 - 12:10h

Nem a perda avassaladora de votos nos fará abandonar as convicções. Precisamos de reflectir, interpretar os factos, reconhecer as opções erradas, somos todos responsáveis. Era o que faltava, arranjar bodes expiatórios.

8 de Janeiro, 2022 - 21:19h

É perigoso e injusto defender a reestruturação de uma carreira profissional deixando as outras de parte. Se há desigualdades, esta forma de proceder apenas contribui para o seu agravamento.

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