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Luís Fazenda

Dirigente do Bloco de Esquerda, professor.

Artigos do Autor(a)

11 de Maio, 2011 - 01:54h

Passou um pouco despercebido o processo de referendo sobre sistema eleitoral, com várias eleições parciais, na Grã-Bretanha. Humilhante é a palavra dos media britânicos para descrever a performance dos lib-dem de Nick Clegg.

9 de Abril, 2011 - 19:49h

A tragicomédia do congresso do PS mostra-se pela inflamada defesa da Caixa pública enquanto Teixeira dos Santos anda a tentar vender os seguros da CGD a privados...

20 de Março, 2011 - 13:13h

Depois do estrondo do PEC4, às escondidas da moção de censura da véspera, e da manif do precariado, o parlamento foi sacudido pela intriga PSD/PS. Que para o PSD três foi a conta que Cavaco fez, três PEC ainda vá, quatro é que não!

20 de Fevereiro, 2011 - 00:00h

Qualquer defensismo na censura a um dos piores governos da história democrática recente, em nome de um seguro sem apólice contra o mal menor, é alienar a voz dos que representamos e diminuir as suas condições de resistência.

21 de Janeiro, 2011 - 01:50h

Qualquer comunista percebe que Alegre se situa à esquerda de qualquer dos outros candidatos apoiados no passado pelo PCP.

5 de Janeiro, 2011 - 01:57h

O Partido Comunista Grego, vulgo KKE, entendeu denunciar a República Popular da China como país onde se desenvolve o capitalismo. Falta saber o que vai fazer o mais próximo aliado europeu do KKE.

16 de Novembro, 2010 - 21:00h

A NATO tem sido o exército cuja divisa é o dólar, o braço armado do capitalismo “ocidental”, hoje capitalismo global.

10 de Setembro, 2008 - 00:00h

Ninguém é indiferente ao facto de um negro chegar à Casa Branca, como não seria uma mulher. Possivelmente algumas liberdades respiram melhor - aguardemos pelo fim de Guantanamo. Mas, má notícia, o império continua. E a frente pela Paz não se pode distrair. Ver tudo por igual nos EUA é cegueira, seguramente. Mas achar "que é desta", só passa na emoção...

28 de Dezembro, 2007 - 00:00h

2007 parecia entrar bem com a despenalização do aborto, símbolo humanista e de género, arrancado em referendo, apesar do governo ter periclitado e do recém-eleito Cavaco ter ficado do lado da reacção, aonde pois?
Logo veio o cortejo de medidas do executivo, "reformas" para a ideologia dominante, perda de direitos sociais para a maioria dos cidadãos.

19 de Fevereiro, 2007 - 00:00h

São bastantes as consequências sociais da despenalização do aborto. Algumas afirmam-se de imediato, mudando comportamentos, atitudes políticas, diferenças de classe. Outras têm efeito cultural, já e num prazo longo.
Bem se entende o alcance valorativo do acesso legal à interrupção voluntária da gravidez, em termos de qualidade de saúde, recuperação do auto-controlo da contracepção, unidade e planeamento da família, autonomia emocional da mulher. Mais do que em qualquer outro momento da vida age sobre a situação da gravidez adolescente, e a intensidade do facto é pluri-geracional.

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