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José Manuel Pureza

Deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República. Dirigente do Bloco de Esquerda, professor universitário.

Artigos do Autor(a)

28 de Maio, 2018 - 11:06h

A despenalização da morte voluntária não é um retrocesso civilizacional mas um avanço. Porque quando é o respeito pela decisão de cada um que é aumentado, a rampa é ascendente, não descendente.

13 de Maio, 2018 - 22:41h

Na corrupção como no futebol, há os distritais, a primeira liga e a champions league.

20 de Abril, 2018 - 16:09h

Os opositores à despenalização da morte assistida têm trazido para este debate alguns argumentos que mistificam a realidade. São fundamentalmente quatro essas mistificações.

15 de Abril, 2018 - 22:33h

A estabilidade política e a estabilidade das políticas são sempre boas para quem com elas beneficia e sempre indesejáveis para quem por elas é castigado. Por isso, defender “o que está” depende de haver ou não alternativas melhores.

13 de Abril, 2018 - 19:20h

Não é preciso ser especialista na matéria para saber que, no dossiê ‘cultura’ – como em todos os demais dossiês de política pública - se tem avolumado a tensão entre dois modelos de país e que essa tensão, mais dia menos dia, irrompe em protesto social.

1 de Abril, 2018 - 16:36h

Uma Diretora Regional que mostra desconhecer que os apoios públicos às artes e à criação cultural são imprescindíveis é alguém que exibe uma flagrante inadaptação funcional às suas responsabilidades públicas específicas.

19 de Março, 2018 - 15:04h

Em Tebas caminhei entre centenas de olhares vazios, centenas de vidas suspensas, centenas de negações do que lhes/me disseram ser a Europa.

4 de Março, 2018 - 23:03h

Há uma exigência plurianual que deve presidir à programação desses fundos: renovar a economia para responder às alterações climáticas.

18 de Fevereiro, 2018 - 21:14h

Combater a precariedade e o seu cortejo de perversidades na advocacia é uma exigência de decência e de direitos.

6 de Fevereiro, 2018 - 23:43h

A ideia de que exercer uma profissão liberal ao mesmo tempo que se é deputado é uma garantia de liberdade para o deputado, que lhe permite não ser um obediente funcionário, é estranha e sem fundamento.

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