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João Semedo

Médico. Aderente do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

10 de Janeiro, 2015 - 00:01h

A gripe faz disparar a afluência às urgências. Não há nisto qualquer novidade, só mesmo o ministro parece ter sido apanhado desprevenido… Paulo Macedo, como sempre tem acontecido, preferiu poupar a investir no reforço da capacidade de resposta do SNS.

27 de Dezembro, 2014 - 19:23h

A propósito de Paulo Portas, do ministério público e dos submarinos. Por mais críticas que se faça ao MP, nenhuma crítica autoriza que se pretenda transformar o arquivamento na absolvição dos investigados.

28 de Setembro, 2014 - 13:20h

Autorizada a entrega do novo hospital de Loures a mexicanos e/ou chineses.

13 de Abril, 2014 - 12:18h

Ao contrário da propaganda governamental não está em curso qualquer reforma do SNS. Fechar e concentrar serviços e hospitais não é reforma. Atrasar a criação de novas USF não é reforma. Adiar a rede de cuidados continuados não é reforma. Não fazer qualquer investimento no SNS não é reforma. Artigo de João Semedo

3 de Abril, 2014 - 16:08h

A única coisa nova nas palavras de Durão Barroso é ficarmos a saber que, também ele, ouviu e calou.

25 de Março, 2014 - 12:45h

O ministro Poiares Maduro veio deturpar as críticas do Bloco de Esquerda à política do governo de atribuição de vistos gold a grandes investidores estrangeiros. Este programa propicia que o crime económico e as máfias internacionais procurem Portugal para aqui se instalarem.

11 de Setembro, 2013 - 23:17h

Queremos uma Lisboa mais habitada, mais viva e mais solidária. Acima de tudo, queremos uma Lisboa transparente, ao lado dos cidadãos, que enfrente os interesses que a rodeiam e que garante a participação de todas e de todos no processo de decisão.

8 de Abril, 2013 - 02:36h

A crise política “passou” pelo Parlamento. Uma crise tridimensional: um governo isolado, como ficou claro no debate da moção de censura, com o CDS a cumprir os serviços mínimos e o PS a bater com a porta; um governo em decomposição, cujo último rombo foi a demissão forçada de Miguel Relvas; e, finalmente, um governo fora da lei, reincidente no ataque à Constituição, com um segundo orçamento declarado inconstitucional.

25 de Março, 2013 - 11:11h

Ao manter o seu compromisso com o memorando, o PS esvazia a sua própria moção de censura, reduzindo-a àquilo que nunca deixou de ser: uma manobra política.

7 de Fevereiro, 2013 - 17:19h

Ambos devem ser demitidos. Franquelim Alves pelo currículo, Álvaro Santos Pereira pela escolha deste secretário de estado e pela forma grosseira como ontem tentou enganar o Parlamento e a opinião pública.

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